ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.
EDIÇÃO DE Nº 3184.
CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.
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domingo, 15/ 02/ 2026.
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presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comemorou neste sábado (14/ 02/ 2026) o ouro histórico de Lucas Pinheiro no slalom gigante, a primeira medalha do Brasil em Olimpíadas de Inverno, nos Jogos de Milão-Cortina 2026.
A conquista veio na pista Stelvio, em
Bormio, com o brasileiro somando 2min25s00 e vencendo o suíço Marco Odermatt
por 0s58.
Pinheiro, de 25 anos,
nasceu em Oslo e passou a competir pelo Brasil em 2024, após ter defendido a
Noruega e ter se afastado do circuito por um período. A virada de bandeira, que
já era tratada como aposta de medalha na Itália, terminou com o hino brasileiro
no topo do pódio de um esporte dominado por europeus.
Nas redes, Lula escreveu
que o resultado “mostra que o esporte brasileiro não tem limites” e chamou o
feito de “história” para o país em Milão-Cortina. O Planalto tenta carimbar a
vitória como prova de uma política de fortalecimento do esporte, um discurso
previsível em ano de vitrine institucional.
A ministra das Relações
Institucionais, Gleisi Hoffmann, também celebrou o feito inédito. “O Brasil fez
história nos Jogos Olímpicos de Inverno!”, escreveu ela, lembrando que Lucas
Pinheiro levou o nosso país ao pódio pela primeira vez.
A celebração do Planalto
não cai do céu: o país tem política pública para sustentar atletas, com o
Programa Bolsa Atleta, que banca categorias da base ao alto rendimento e pode
chegar à faixa da Bolsa Pódio, a depender do resultado e do enquadramento do
atleta.
O ouro, portanto, entra
no jogo de poder como vitrine, Lula tenta associar o feito a uma agenda de
incentivo ao esporte e a disputa real passa a ser outra: transformar
comemoração em continuidade, com investimento estável, calendário e prioridade
para quem está começando, para que a exceção vire caminho.
O ouro já entrou no jogo
de Brasília: Lula capitaliza na rede, a área do esporte reivindica o
investimento e a oposição tenta reduzir a conquista a “caso isolado”. O pódio
vira narrativa.
Fonte: Blog do
Esmael.





