Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

25 de setembro de 2026

Operação Crédito Oculto, a terceira fase da operação Carbono Oculto e entre os alvos está a empresa que recebe financiamento, para o Filme Dark Horse.

ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS

EDIÇÃO DE Nº 3413.

          CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA,  BRASIL.

sexta - feira, 25/ 09/ 2026.  

Email angicodosdiasnoticias2014@gmail.com   

O

 Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo, em colaboração com a Receita Federal, iniciou, nesta quinta-feira, (24/ 09/ 2026), a Operação Crédito Oculto, a terceira fase da operação Carbono Oculto.

          De acordo com informações fornecidas pela Receita, estão sendo executados mandados de busca e apreensão em locais associados a 13 indivíduos e 19 empresas em sete estados, sendo 26 desses mandados localizados em São Paulo.

         Dentre os alvos da operação, encontram-se Humberto Arthur Tupinambá Neto, executivo do Banco Genial, e seus irmãos, André e Bruno Tupinambá.

          As ações também visam o empresário Antonio Carlos Freixo Junior, conhecido como Mineiro, proprietário da Entre Investimentos, que firmou um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) no âmbito das investigações relacionadas ao Banco Master.

         A empresa Entre é utilizada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, para transferir, no mínimo, US$ 12,3 milhões ao Havengate Development Fund, um fundo situado no Texas (EUA) que financiou "Dark Horse", a cinebiografia de Jair Bolsonaro (PL).

        Freixo informou à PGR que realizou os pagamentos a pedido de Vorcaro, sendo que os investimentos foram solicitados ao banqueiro pelo senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, que está sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) no contexto do inquérito relativo ao financiamento do filme.

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro, (PL), afirmou, em 1º de julho, que “nunca” havia entrado em um avião de Daniel Vorcaro.

 ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS

EDIÇÃO DE Nº 3412.

          CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA,  BRASIL.

sexta - feira, 25/ 09/ 2026.  

Email angicodosdiasnoticias2014@gmail.com   


A

 declaração voltou a circular nas redes sociais após a revista piauí revelar, na última quarta-feira, 23, que Flávio viajou, em janeiro de 2025, em uma aeronave ligada ao ex-banqueiro.

          A fala ocorreu durante um encontro com mulheres conservadoras, em Brasília. Na ocasião, Flávio reagia a uma publicação de Michelle Bolsonaro e afirmou: “Vocês não vão me ver em festinha de Vorcaro.

         Nunca entrei em avião de Vorcaro e nunca estive em festinha de astronauta”.

        Segundo a piauí, Flávio, sua mulher, Fernanda, as duas filhas do casal e o advogado e empresário Willer Tomaz viajaram, em 19 de janeiro de 2025, de Fort Lauderdale, na Flórida, para Brasília, em uma aeronave modelo Embraer Legacy 650, de prefixo PP-NLR.

 

          Willer é investigado no caso das fraudes em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

          A revista identificou o avião a partir do cruzamento do histórico de tráfego aéreo, de planilhas de movimentação aeroportuária e de dados do Registro Aeronáutico Brasileiro.

          Na época do voo, a propriedade do avião estava formalmente concentrada na Fraction 024 Administração de Bem Próprio S.A., dividida em três participações.

          Uma delas pertencia a Willer; outra, ao empresário Laércio Cosentino, fundador da TOTVS; e a terceira havia sido adquirida por Vorcaro, por meio da Prime You, no fim de 2024. A empresa também operava o jatinho.

         Willer confirmou à piauí que era proprietário de uma das cotas e que oferecia “carona” a amigos quando havia assentos disponíveis, sem cobrança ou contrapartida.

         Após a publicação da reportagem, Flávio afirmou, em seu perfil no X, que “ainda bem que na época o avião era de Willer” e acrescentou: “Imagina se fosse agora, eu teria viajado no avião de Alexandre de Moraes”.

        O candidato do PL fez referência a imagens de agosto de 2025 que mostram o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) desembarcando da aeronave no Rio de Janeiro, ao lado de sua esposa, Viviane Barci.

DarK Horse: A Empresa que intermediou repasses para o filme do Bolsonaro, recebeu dinheiro do crime organizado.

ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS

EDIÇÃO DE Nº 3411.

          CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA,  BRASIL.

sexta - feira, 25/ 09/ 2026.  

Email angicodosdiasnoticias2014@gmail.com   

O

 ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta quinta-feira, (24/ 09/ 2026), que a Entre Investimentos, empresa que teria intermediado repasses para o filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, recebeu recursos do crime organizado.

          A declaração ocorreu após a terceira fase da Operação Carbono Oculto, que contou com a participação da Receita Federal.

          Segundo Durigan, a empresa teria recebido recursos do Banco Master e de grupos ligados ao crime organizado.

          “Nós estamos falando de uma administradora, de um grupo empresarial, que é o Grupo Entre, que recebia dinheiro tanto do Master quanto do crime organizado e dentro de um mesmo bolso”, afirmou.

         O ministro disse ainda que os recursos teriam sido usados para ocultação de patrimônio, lavagem de dinheiro e corrupção. 

          A terceira fase da Operação Carbono Oculto apontou, segundo as investigações, conexões entre a chamada máfia dos combustíveis e o esquema envolvendo o Banco Master e precatórios.

          Entre os alvos das buscas estão Humberto Arthur Tupinambá Neto, ex-executivo do Banco Genial, seus irmãos André e Bruno Tupinambá, e o empresário Antonio Carlos Freixo Junior, conhecido como “Mineiro”, dono da Entre Investimentos.

          A Entre Investimentos integra o grupo Entrepay, que foi liquidado pelo Banco Central em março deste ano.

         Na ocasião, o BC apontou “comprometimento da situação econômico-financeira” da instituição, além de irregularidades no cumprimento das normas do setor e prejuízos que poderiam expor credores a risco anormal.

        Mineiro também firmou acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR) no âmbito das investigações sobre o Caso Master.

PF apreendeu aproximadamente R$ 1 milhão em dinheiro vivo, em ação de combate ao crime eleitoral.

ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS

EDIÇÃO DE Nº 3410.

          CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA,  BRASIL.

sexta - feira, 25/ 09/ 2026.  

             Email angicodosdiasnoticias2014@gmail.com  

 

A

 Polícia Federal apreendeu aproximadamente R$ 1 milhão em dinheiro vivo, nesta quinta-feira (24/ 09/ 2026), durante uma ação de combate a crimes eleitorais em Manaus.

          Um homem também foi preso em flagrante por porte irregular de arma de fogo de uso restrito.

          A apreensão ocorre a dez dias das eleições de 4 de outubro e teve início após uma denúncia anônima informar ao grupo de investigação de crimes eleitorais da PF sobre a realização de saques de valores elevados em espécie.

          Após levantamentos, os investigadores encontraram elementos que corroboraram a denúncia e passaram a acompanhar a movimentação.

         Durante a abordagem, os policiais encontraram cerca de R$ 1 milhão e uma arma de fogo.

        O dinheiro foi recolhido e será submetido à investigação para que sejam esclarecidas sua origem e, principalmente, sua destinação.

       Informação preliminar aponta possível ligação com candidato

 

          Informações preliminares divulgadas após a apreensão apontam para uma possível ligação dos recursos com um candidato e mencionam suspeita de que o dinheiro pudesse ser utilizado para compra de votos.

          Essa informação, entretanto, não foi confirmada oficialmente pela Polícia Federal até o momento. Uma publicação local relatou essa versão, sem identificar o candidato.

          No comunicado oficial divulgado às 20h56 desta quinta-feira, a PF não informou o nome do homem preso, não identificou candidato, partido ou campanha eventualmente relacionados ao dinheiro e tampouco afirmou que os recursos seriam destinados à compra de votos.

          A corporação informou apenas que a ação ocorreu no contexto do combate a crimes eleitorais e que a origem e a destinação do montante serão apuradas.

          Denúncia apontou saques elevados.

        Segundo a PF, a investigação começou depois que uma denúncia anônima chamou a atenção dos agentes para saques de grandes quantias em dinheiro.

        Até que essas apurações avancem, não é possível atribuir oficialmente o R$ 1 milhão a qualquer candidatura ou afirmar que o dinheiro seria utilizado para compra de votos.

Simone Tebet, (PSB), candidata ao Senado, em São Paulo disse que a vitória de Flávio Bolsonaro seria colocar a milícia governado o Brasil. Assista ao vídeo clicando aqui...

ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS

EDIÇÃO DE Nº 3409.

          CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA,  BRASIL.

sexta - feira, 25/ 09/ 2026.  

             Email angicodosdiasnoticias2014@gmail.com  

 

A

 candidata ao Senado, por São Paulo, Simone Tebet, (PSB), afirmou, na quarta-feira, 23/ 09/ 2026, que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro, (PL), em outubro de 2026, representaria o risco de “colocar a milícia do Rio de Janeiro na Presidência da República”.

           A declaração foi dada durante um debate promovido pelo Estadão em parceria com a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP).

          Tebet afirmou que o crime organizado já teria avançado sobre diferentes setores da sociedade e da política. Segundo ela, a preocupação não se restringe ao estado de São Paulo e envolve também a disputa presidencial.

          Em 2008, quando a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) instalou a CPI das Milícias, Flávio Bolsonaro, então deputado estadual, votou contra a abertura do colegiado.

           Na época, essas organizações já dominavam comunidades, cobravam taxas ilegais, exploravam serviços e ameaçavam moradores em diferentes áreas da capital fluminense.

           A relação de Flávio com o ex-PM Adriano da Nóbrega também é relevante nesse contexto.

          Apontado como integrante do chamado Escritório do Crime, Adriano recebeu de Flávio a Medalha Tiradentes, principal honraria da Alerj. A homenagem foi concedida enquanto ele estava preso sob acusação de homicídio.

         A mãe e a então esposa de Adriano também trabalharam no gabinete de Flávio na Assembleia e deixaram os cargos em novembro de 2018, após virem a público suspeitas envolvendo Fabrício Queiroz, ex-assessor do então deputado estadual.

         Em 2021, o STF anulou quatro dos cinco relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que embasavam a investigação sobre as chamadas “rachadinhas”.