ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.
EDIÇÃO DE Nº 3347.
CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.
quin0d0sta - feira, 06/ 08/ 2026.
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uando
o mundo olha para o B-2 Spirit o bombardeiro invisível americano, avaliado em
R$ 17 bilhões, por unidade o que se vê é a máxima expressão de poder militar
dos Estados Unidos, porém se não tiver o mineral que o Brasil tem ele não funciona como está maquina veloz e mortas,
para seus alvos.
Mas
o que o Pentágono, raramente, menciona em público é o ingrediente secreto que
impede as turbinas dessa máquina de derreter em pleno voo: o nióbio brasileiro.
Por isto que o extremista presidente americano vem ameaçando o Brasil, e podem esperar que, mais tarde, ou mais cedo ele o maluco vai envdir o pais para tomar as terras raras, por meio da Argentina, ou da Venezuela que ele já dominou, além, disto o PIX e para libertar o condenado e presidiário Bolsonaro, pois é esta família que prometeu entrar tudo isto a ele se ele envadir o Brasil e bo
As turbinas de um caça de última geração ou de
um bombardeiro stealth como o B-2 operam sob pressões colossais e temperaturas
que ultrapassam 2.000 °C.
Aços e metais comuns se deformariam ou
derreteriam em questão de segundos.
Para resistir a esse cenário extremo,
as fabricantes aeroespaciais dos EUA utilizam superligas metálicas à base de
Nióbio.
O mineral adiciona leveza, extrema
resistência mecânica e estabilidade térmica. Sem a adição do nióbio nas pás dos
motores turbofan, nenhum supersônico ou bombardeiro furtivo conseguiria manter
o voo de cruzeiro com alto rendimento.
O Brasil detém cerca de 92% da
produção e das reservas mundiais de nióbio, concentradas principalmente na região
de Araxá em MG.
Os Estados Unidos não possuem reservas
viáveis de nióbio em seu território e dependem quase 100% da importação.
O Departamento de Defesa dos EUA
classifica o nióbio brasileiro oficialmente como mineral crítico e insumo
estratégico insubstituível para a infraestrutura de defesa e indústria
aeroespacial.
Donald Trump projeta o poder
americano no exterior amparado na supremacia aérea de seus caças F-35 e
bombardeiros nucleares. No entanto, a verdadeira base dessa hegemonia
tecnológica repousa no subsolo brasileiro.
Substituir o nióbio em superligas
aeroespaciais exigiria décadas de testes e queda substancial no desempenho das
aeronaves.
O resultado direto dessa equação é
claro: a tecnologia mais avançada das Forças Armadas americanas depende
criticamente de um insumo extraído no Brasil.
Brasil deveria usar nióbio como arma
para negociar com Trump? #brasil #usa #trump #war #business.
Fonte: andreperezdourado






