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10 de setembro de 2026

Mendonça, ( STF): seu irmão foi promovido foi a secretário-executivo da SP Regula, da Prefeitura de São Paulo depois de Mendonça votar favorável ao prefeito Ricardo Nunes, (MDB).

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quinta-feira, 10/ 09/ 2026.    

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O

 irmão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi promovido em junho deste ano a secretário-executivo da SP Regula, agência da Prefeitura de São Paulo responsável, entre outras áreas, pela regulação dos serviços funerários da capital.

          A promoção ocorreu depois de Mendonça votar no STF em uma ação sobre o setor e adotar posição favorável à gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB).

          Alexandre de Almeida Mendonça, irmão do magistrado, já trabalhava na SP Regula quando o ministro participou do julgamento. Ele ocupa um cargo comissionado na agência e sua nomeação foi formalizada por portaria assinada pelo próprio Ricardo Nunes.

          O Diário Oficial do Município aponta que Alexandre entrou na SP Regula como gerente em fevereiro de 2024, passou a superintendente em julho daquele ano e, em junho de 2026, chegou ao posto de secretário-executivo.

          A SP Regula é diretamente vinculada ao Gabinete do Prefeito e regula e fiscaliza serviços públicos concedidos pela administração municipal.

         Procurada pela reportagem, a assessoria da Prefeitura de São Paulo respondeu por nota que é “irresponsável e sem fundamento” a insinuação de relação entre a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e a contratação do servidor Alexandre de Almeida Mendonça pela SP Regula.

         “Em primeiro lugar, a representação e defesa dos interesses do Município junto ao Poder Judiciário são atribuições da Procuradoria Geral do Município (PGM), não cabendo à agência reguladora a representação judicial da municipalidade perante tribunais superiores”,  diz o texto. (Veja a íntegra abaixo).

          Mendonça abriu divergência em julgamento sobre setor regulado pela agência.

          A ligação entre a trajetória de Alexandre e a atuação do irmão no Supremo aparece no julgamento de uma ação que questiona aspectos do modelo de concessão dos cemitérios e serviços funerários adotado pela Prefeitura de São Paulo.

          Quando André Mendonça analisou o caso no STF, seu irmão já trabalhava na SP Regula. O processo discutia justamente os serviços funerários e cemit.

Fonte: fernandorossas13

Dois dos três ministros do, (STF) que votaram para manter afastamento o diretor PF, Andrei e do diretor de Inteligência, Almada têm filhos envolvidos no caso Master.

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O

 afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, têm filhos citados em investigações sobre relações financeiras ou sociais envolvendo pessoas e empresas ligadas ao Banco Master e ao banqueiro Daniel Vorcaro.

          Luiz Fux e Kassio Nunes Marques acompanharam o relator André Mendonça na decisão tomada pela Segunda Turma na terça-feira (8).

          No caso de Nunes Marques, seu filho, Kevin de Carvalho Marques, recebeu pagamentos de R$ 281,6 mil de 2024 a 2025 da Consult Inteligência Tributária, segundo informações citadas nas reportagens.

          No mesmo período, a consultoria recebeu R$ 6,6 milhões do Banco Master e R$ 11,3 milhões da JBS.

          Os dados foram identificados em informações financeiras analisadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Kevin afirmou que os valores recebidos foram referentes a serviços de assessoria jurídica e negou relação de seu escritório com o Banco Master.

 

          Já Rodrigo Fux, filho do ministro Luiz Fux, aparece em registros de eventos frequentados ou financiados por Vorcaro.

          Segundo as reportagens, ele esteve na área VIP do camarote Alma Rio durante o Desfile das Campeãs, em 2025, e também participou de uma degustação de uísque em Nova York custeada pelo banqueiro.

Rodrigo confirmou as presenças, mas negou amizade ou relação profissional com Vorcaro e afirmou que nunca prestou serviços ao Banco Master.

         A votação ocorreu enquanto a Polícia Federal conduz investigações relacionadas ao Banco Master. Mendonça havia determinado o afastamento de Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência da PF, Leandro Almada.

         No dia seguinte, porém, o ministro Flávio Dino revogou a decisão e determinou a reintegração dos dois ao comando da corporação.

Fonte: brasilforadacaverna

Homem foi preso após matar rival a facadas e alegar que : “Ele desacreditou de mim. ANTES QUE A MINHA MÃE CHORASSE, A DELE IRIA CHORAR PRIMEIRO.” 🚨🔪.

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U

ma rivalidade antiga acabou em tragédia e em uma confissão fria no bairro Jardim das Oliveiras, em Cáceres.

          Um homem conhecido como “Rafinha” foi preso pela Polícia Militar após confessar ter assassinado Manuel a facadas na última quarta-feira, (09/ 09/ 2026); Sem demonstrar remorso ao falar com a imprensa, ele admitiu o crime de forma direta: “Matei o cara”.

          Segundo Rafinha, a rixa durava anos e teria começado quando Manuel machucou sua mão e passou a provocá-lo continuadamente.

           Para justificar o ato, o suspeito afirmou que agiu por medo de morrer primeiro. Embora alegue que não houve planejamento prévio, admitiu ter armado e saído à procura do rival: “Fui direto nele, na caçada”.

             💬 Até onde uma desavença antiga justifica um ato tão extremo? Uma briga de anos pode servir de pretexto para tirar uma vida de forma tão calculada? Deixe sua opinião nos comentários! 👇

Depois de ser localizado, o suspeito conversou com uma equipe de reportagem e admitiu ter atacado a vítima. Ao ser questionado se havia matado Manuel, respondeu: “Matei o cara”.

           Rafinha alegou que os dois mantinham uma desavença antiga. Segundo ele, Manuel teria machucado sua mão e continuava provocando-o havia vários anos.

          O suspeito também afirmou que decidiu agir porque acreditava que seria morto pela vítima. “Antes que minha mãe chorasse, a mãe dele iria chorar primeiro”, declarou.

          Embora tenha negado planejamento, Rafinha reconheceu que pegou uma faca e saiu especificamente à procura de Manuel. “Fui direto nele, na caçada”, disse.

          Ao ser questionado sobre arrependimento, o homem respondeu que não estava arrependido e tentou justificar o assassinato: “Ele procurou, plantou e colheu”.

          Manuel foi golpeado na região do coração, nas proximidades de um estabelecimento comercial na Avenida Deputado Pedro Henry. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas encontrou a vítima sem vida.

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       Rafinha foi encaminhado à delegacia e ficará à disposição da Justiça. A Polícia Civil investigará a motivação e todas as circunstâncias do homicídio.

🎥 🌐 Fonte 24HorasMT.com.br  e parademinasmais