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04 novembro 2026

Trump X Democratas: democratas conquistam o senado e avançam sobre redutos históricos do partido Republicanos do trump!

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EDIÇÃO DE Nº 3481.

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      quarta - FEIRA, 04/ 11/ 2026.  

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A

s eleições de meio de mandato realizadas em 3 de novembro de 2026 provocaram uma importante mudança no cenário político americano e representaram um duro revés para o presidente Donald Trump e o Partido Republicano.

         Os democratas conquistaram o controle do Senado americano, revertendo a maioria republicana e garantindo maior poder de fiscalização sobre o governo Trump. Entre as vitórias de destaque estão as disputas no Texas, na Carolina do Norte e em Ohio.

         Os democratas também conquistaram cadeiras importantes, inclusive em distritos que haviam favorecido os republicanos. Entretanto, a definição do controle da Câmara ainda depende da apuração de disputas pendentes.

        Os democratas conquistaram vitórias importantes, incluindo a Geórgia, o Texas e Ohio, estados fundamentais no cenário político americano. Na Geórgia, Keisha Lance Bottoms fez história ao se tornar a primeira mulher negra eleita governadora de um estado americano. No Texas, Gina Hinojosa encerrou décadas de domínio republicano no governo estadual.

          O resultado representa um sinal de insatisfação de parte significativa do eleitorado com os rumos do país, especialmente diante das preocupações com inflação, custo de vida, economia e políticas do governo federal.

          A mudança no Senado terá consequências importantes para os próximos dois anos da administração Trump, ampliando o poder de fiscalização dos democratas e dificultando a aprovação de propostas do presidente.

         Trump, por sua vez, procurou se distanciar das derrotas, argumentando que não estava pessoalmente nas urnas e atribuindo os resultados a outros fatores. Os Estados Unidos entram em uma nova etapa de disputa política.

 

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O Plenário do Senado Federal aprovou por unanimidade, em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição, (PEC), da Segurança Pública.

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EDIÇÃO DE Nº 3480.

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      TERÇA- FEIRA, 03/ 11/ 2026.  

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A

presentada pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva, a medida reorganiza e integra as forças de segurança do país com foco no combate ao crime organizado.

          Como o texto foi aprovado sem alterações em relação ao que já havia passado pela Câmara dos Deputados, a proposta segue diretamente para promulgação.

          O resultado representou uma vitória política para a gestão federal, que costurou um acordo com a oposição e retirou do texto os temas divergentes, como a redução da maioridade penal, que agora tramitarão separadamente.

          Após a votação, o presidente Lula reforçou que o avanço viabilizará a criação do Ministério da Segurança Pública.

           O Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) passa a constar formalmente na Constituição Federal.

          O sistema coordenará as ações de prevenção, persecução e execução penal no país.

          Torna obrigatória a partilha de tecnologias, dados, informações de inteligência, provas e investigações entre os órgãos federais, estaduais e municipais.

          Cria um regime legal voltado à "alta periculosidade". Líderes de facções criminosas e milícias deverão cumprir pena obrigatoriamente em presídios de segurança máxima.

          Restringe a progressão de regime prisional, saídas temporárias ("sadinhas") e concessão de liberdade provisória para esses perfis.

          Permite o confisco e expropriação imediata de qualquer bem ou valor econômico ligado à atividade criminosa, sem direito a indenização.

          Amplia a atuação da PF em crimes de repercussão interestadual ou internacional, permitindo investigações coordenadas sem retirar as atribuições das polícias civis e militares estaduais.

          Ganha competência para realizar o policiamento ostensivo e combater o crime também em ferrovias e hidrovias federais.

          Autoriza formalmente os municípios a transformarem guardas em polícias municipais de natureza civil para policiamento comunitário, sob regras de formação padronizadas e fiscalização do Ministério Público.

          Determina que 50% das verbas do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) sejam obrigatoriamente repassados a estados e municípios.

          Destina 10% do superávit financeiro anual do Fundo Social do Pré-Sal para o custeio contínuo do setor de segurança e execução penal.

          Cria blindagens orçamentárias que impedem desvios de finalidade ou contingenciamentos de verbas desses fundos protetivos