Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

16 de outubro de 2026

Lula e Senador Randolfe Rodrigues (PT-AP): Randolfe, publicamente, a ausência do senador Flávio Bolsonaro na votação pelo fim da escala 6 x 1. Assista ao vídeo aqui.

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quinta - feira 15/ 10/ 2026.  

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E

m pronunciamento feito na quarta-feira, 14 de outubro de 2026, durante as discussões do Senado Federal, sobre a Proposta de Emenda à Constituição, (PEC), que visa extinguir a jornada de trabalho na escala 6x1, Randolfe Rodrigues  criticou Flávio Bolsonaro por não ter registrado presença no painel após mais de seis horas de debate.

                    Mudança de posicionamento: Randolfe Rodrigues ironizou a mudança recente de postura de Flávio Bolsonaro (que é candidato à Presidência da República).

          Flávio vinha se posicionando publicamente de forma contrária ao fim da escala 6x1, mas recuou e declarou que votaria a favor do projeto após uma visita ao seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.

          Apesar do anúncio de que apoiaria a medida, Randolfe destacou no plenário que nem Flávio e nem seu coordenador de campanha, o senador Rogério Marinho (PL-RN), haviam comparecido para debater a proposta com os demais parlamentares.

          O líder governista argumentou que a promessa de voto favorável de Flávio Bolsonaro era uma "mentira sincera" e sugeriu que, caso vencesse a eleição presidencial, o candidato do PL tentaria aprovar outros projetos para flexibilizar as leis trabalhistas e neutralizar os efeitos do fim da escala 6x1.

                                    O resultado da votação:

          Apesar das discussões e da ausência inicial nas galerias de debate, a PEC do fim da escala 6x1 acabou aprovada no Senado Federal em dois turnos por uma margem expressiva de 75 votos a favor e apenas 1 contra (voto dado pelo senador Hamilton Mourão).

          De acordo com os registros de votação, Flávio Bolsonaro acabou cedendo às pressões e contabilizou voto favorável à medida.

14 de outubro de 2026

Escala 6 x 1: Assista aqui ao VIVO: No Plenário do Senado Federal que iniciou, nesta quarta-feira, (14 de outubro de 2026), a votação da PEC do fim da escala 6x1 (PEC 221/2019).

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A

 proposta, que é uma das principais bandeiras do governo, entrou na pauta logo após a conclusão da quinta e última sessão obrigatória de debates regimentais ocorridos à tarde.

          Os pontos centrais e o andamento da votação de hoje incluem a Votação em dois turnos: Por se tratar de uma alteração na Constituição, o texto precisa ser aprovado em duas votações distintas no Plenário, exigindo o apoio de pelo menos 49 dos 81 senadores em cada uma delas.

          Calendário especial: A líder do governo, senadora Teresa Leitão (PT-PE), apresentou um requerimento de calendário especial. O objetivo do governo e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), é votar e aprovar os dois turnos ainda hoje, dispensando o intervalo normal exigido entre as sessões.

         O que prevê o texto da a emenda reduz o limite da jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas, garantindo dois dias de descanso por semana (escala 5x2) sem qualquer redução salarial. A implementação total ocorreria de forma gradual ao longo de cerca de 14 meses.

          Posicionamento político do governo atua para obter uma aprovação expressiva. Do outro lado, embora a oposição demonstre resistência por questões de disputa política antes do segundo turno das eleições municipais/gerais, lideranças como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a bancada do PL indicaram voto favorável, reconhecendo a popularidade da medida, embora planejem apresentar propostas alternativas no futuro (como o pagamento por hora trabalhada).

          Como a proposta já foi aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, se os senadores a aprovarem hoje sem alterações no mérito, o texto não precisará voltar para a Câmara e seguirá direto para a promulgação, prevista para o dia 22 de outubro de 2026.


PoderData mostra Lula a dois pontos de Flávio no 2º turno.

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A

 pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta terça-feira, 13 de outubro, registrou Flávio Bolsonaro (PL) com 51% dos votos válidos e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 49% no segundo turno.

         A diferença caiu de seis para dois pontos percentuais em cinco dias e os dois candidatos estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro.

          Na rodada anterior, divulgada em 8 de outubro, Flávio Bolsonaro aparecia com 53% dos votos válidos e Lula com 47%. No novo levantamento, o petista avançou dois pontos e o candidato do PL recuou dois.

          A margem de erro informada pelo PoderData é de 1,8 ponto percentual. Isso significa que a fotografia da disputa continua apertada e não autoriza afirmar que houve virada.

          O dado relevante é a trajetória dentro do mesmo instituto. Em cinco dias, a distância entre os candidatos encolheu quatro pontos percentuais. Para Lula, a pesquisa indica recuperação; para Flávio Bolsonaro, mostra a necessidade de defender a vantagem construída no primeiro turno.

          O resultado deve ser lido ao lado das demais pesquisas. O BTG/Nexus divulgado nesta terça registrou Flávio Bolsonaro com 52% e Lula com 48% dos votos válidos. O Blog do Esmael publicou os números do BTG/Nexus pela manhã. 

          Nesta quarta-feira (14), será a vez da Quaest apresentar seus números e na quinta (15/ 10/ 2026) o Datafolha vai apresentar nova sondagem. Institutos diferentes podem captar movimentos distintos por metodologia, período de campo e composição das amostras.

          A eleição será em 25 de outubro. Até lá, a pergunta central deixa de ser apenas quem está numericamente à frente e passa a incluir quem consegue ampliar voto fora de sua base sem perder o eleitor já conquistado.

Fonte: Blog do Esmael.