Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

5 de setembro de 2026

Candidato a presidente Ronaldo Caiado defende abertamente que a policia saia para matar... e por isto que ele tem um policias com histórico matar em suposto confronto.

 ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS

EDIÇÃO DE Nº 3373.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA,  BRASIL.

quinta - feira, 03/ 09/ 2026.    

Email angicodosdiasnoticias2014@gmail.com 


E

x- governado de Goiás Caiado incentiva, abertamente, à policia sair para matar, defendendo uma política de segurança focada no confronto direto, ou seja, matar e matar e isto se confirma ao pesquisas suas postagens e entrevistas sobre o tema da segurança pública.

           A letalidade e a atuação das forças de segurança no estado de Goiás, sob a gestão de Ronaldo Caiado, são temas que frequentemente geram intensos debates públicos e coberturas jornalísticas conflitantes, com sérias denúncias de abuso policial.

      Como o estado de Goiás adota uma política de segurança focada no confronto direto — defendida pelo ex-governador e atual candidato à Presidência, Ronaldo Caiado, que se recusa a instalar câmeras corporais nos uniformes dos agentes —, o episódio repete o padrão contestado por entidades de direitos humanos.

          Sem gravações em vídeo ou testemunhas independentes, o inquérito da Polícia Civil dependerá estritamente da perícia técnica dos vestígios e das armas apreendidas para comprovar se houve, de fato, uma troca de tiros ou se ocorreu uma execução.

          Alto índice de mortes decorrentes de intervenção policial no estado, frequentemente questionando os boletins oficiais que registram os episódios estritamente como "confrontos".

          Entre as denúncias mais graves apuradas e divulgadas por portais como o The Intercept Brasil e a Agência Pública, estão casos em que agentes de segurança foram acusados de fraudar cenas de crimes, executar civis e eliminar testemunhas ou informantes, como ocorreu no polêmico episódio envolvendo a morte de um ex-piloto que colaborava com investigações contra facções criminosas.

           Críticos dessas ações apontam que a ausência de câmeras corporais nos uniformes dos policiais reforça o monopólio da narrativa por parte dos agentes envolvidos.

rigor e o enfrentamento direto ao crime organizado são pilares essenciais para a redução dos índices gerais de criminalidade em Goiás.

          O governador defende publicamente a atuação de seus policiais, argumentando que as mortes ocorrem em situações de legítima defesa e estrito cumprimento do dever legal diante de criminosos fortemente armados.

          Em declarações à imprensa, como em entrevistas concedidas à CNN Brasil, Caiado manifestou-se contra o uso de câmeras operacionais, afirmando que os policiais atuam em cenários comparáveis a "campos de guerra" e necessitam de apoio institucional para matar as os acusados, “ supostos integrantes de facções e demais que sejam alvos de operações, ou denuncias”, de maneira eficaz.

Nenhum comentário: