ANgICO DOS DIAS NOTÍCIAS
EDIÇÃO DE Nº 3462.
CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.
Quinta - feira 22/ 10/ 2026.
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Polícia Federal encontrou uma sala secreta com uma máquina de contar cédulas em um hangar no Aeroporto Internacional de Brasília utilizado por empresas do advogado Willer Tomaz, amigo próximo e aliado do senador Flávio Bolsonaro, (PL-RJ).
Abaixo está o resumo dos fatos apontados pelas investigações e o posicionamento dos envolvidos.
Como foi localizada: Em agosto de
2026, agentes da Polícia Federal realizavam mandados de busca da Operação Sem
Desconto. Após darem os trabalhos por encerrados no hangar, os policiais
receberam uma denúncia anônima sobre um cômodo oculto.
Estrutura oculta: A entrada do espaço
estava escondida atrás de um painel de madeira que imitava uma parede comum. O
acesso era protegido por uma porta blindada.
O que havia dentro: No interior da
sala, a PF localizou estantes metálicas, malas vazias e uma máquina automática
para contar notas de dinheiro. Não havia dinheiro em espécie armazenado no
momento da vistoria.
Segundo relatórios da corporação
revelados pelo jornal Estadão em 21 de outubro de 2026, a PF suspeita que o
local servia para ocultar, organizar e preparar dinheiro vivo para transporte
em aeronaves particulares.
O caso passou a tramitar em um
inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) que apura suposta lavagem de
dinheiro e evasão de divisas envolvendo o advogado e o senador Flávio
Bolsonaro.
A apuração também analisa movimentações financeiras atípicas de bilhões de reais ligadas a plataformas de apostas esportivas (bets) e e-mails que listavam o parlamentar como suposto "usuário master" de uma conta bancária vinculada a empresas de Tomaz.
Confirmou a existência da estrutura,
classificando-a como uma "sala-cofre" inteiramente legal. Segundo os
advogados em nota ao G1, o espaço era voltado ao atendimento de empresas de
transporte de valores que eram clientes de suas companhias de aviação.
A defesa afirmou que as finanças de Tomaz
são lícitas e declaradas, e repudiou os vazamentos de informações sigilosas às
vésperas do período eleitoral.
Informou publicamente que o senador
jamais compartilhou contas bancárias ou atuou como usuário master em perfis de
movimentação financeira do advogado ou de suas respectivas empresas, negando
qualquer envolvimento em práticas ilícitas.
