Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

31 de janeiro de 2020

Moro deixa miliciano "capitão Adriano", ligado ao clã Bolsonaro, fora da lista dos mais procurados.


JORNAL, ONLINE, ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS  EDIÇÃO DE Nº 2264, (PUBLICAÇÕES NO BLOG). CAMPO ALEGREDELOURDES/BA, BRASIL. sexta - FEIRA. 31, 01, 2020.

E-MAIL angicodosdias2014@gmail.com
WHATSAPP E GRUPO DO 

WHATSAPP:74 99907 9863




B

andido Bom é Bandido apoiador do bolsonarismo, haja vista os milicianos, principalmente, depois que o ministro Moro deixou o miliciano "capitão Adriano", ligado ao clã Bolsonaro, fora da lista dos mais procurados do País. E o Queiroz?

Moro não divulgou a foto do Miliciano bolsonarista, como um dos mais procurados. 


         Blindando o clã Bolsonaro, Sergio Moro não incluiu na lista dos mais procurados do Brasil o ex-capitão Adriano da Nóbrega, acusado de comandar a mais antiga milícia do Rio de Janeiro e de integrar um grupo de assassinos profissionais do estado. Adriano teve duas parentes nomeadas no antigo gabinete do senador Flávio Bolsonaro e clã se preocupa com a eventual vinculação com o ex-capitão.


         Blindando o clã Bolsonaro, o ministro da Justiça, Sergio Moro, não incluiu na lista dos mais procurados do Brasil o ex-capitão Adriano da Nóbrega, acusado de comandar a mais antiga milícia do Rio de Janeiro e suspeito de integrar um grupo de assassinos profissionais do estado. 

        Adriano teve duas parentes nomeadas no antigo gabinete do senador Flávio Bolsonaro, na Alerj, e clã se preocupa com a eventual vinculação do gabinete com o sobrenome do ex-capitão, como revelou mensagens trocadas entre o ex-assessor de Flávio, Fabricio Queiroz, e Adriano.  

        "Sobre seu sobrenome... Não querem correrem risco, tendo em vista que estão concorrendo e visibilidade que estão. Eu disse que vc está separada e está se divorciando", escreveu Queiroz para Danielle, ex-esposa de Adriano, que também era funcionário do gabinete, em dezembro de 2017.

Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo, Adriano está foragido há mais de um ano e é citado na investigação que apura a prática de "rachadinha" no antigo gabinete do senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

        De acordo com o Ministério da Justiça, acrescenta a reportagem, o ex-capitão não foi incluído na lista porque "as acusações contra ele não possuem caráter interestadual, requisito essencial para figurar no banco de criminosos de caráter nacional".

Fonte Brasil 247.

Nenhum comentário: