Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

29 de dezembro de 2025

A Igreja do Diabo, seguindo Machado de Assis, que hoje está presente nos dias de hoje e na política partidária bolsonarista.

 ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3165.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

e-mail: angicodosdias2014@gmail.com 

segunda - feira, 29// 12/ 2025.    

 

D

eus, pátria, família tem sido usado para falsos pastores se beneficial financeiramente e socialmente, tirando proveito no mundo da política bolsonarista? Ou é mesmo em nome de Deus?

          Um escândalo familiar com repercussões institucionais abalou a comunidade evangélica de Marabá, no Pará, resultando no afastamento do pastor Sales Batista de Souza da presidência local, da    Assembleia de Deus Missão e de seu cargo na convenção estadual.



          A crise começou com a denúncia de sua esposa, a missionária Raquel Viegas, que descobriu um suposto relacionamento do marido com Luciana Salles, esposa de seu próprio filho, Kennedy Salles.

          As investigações particulares encomendadas por Raquel apontam para um caso que duraria cerca de seis anos.

          Contudo, as acusações vão além do adultério, envolvendo uma complexa trama por poder e patrimônio.

          Fontes da igreja indicam que o filho, Kennedy, seria o articulador de um plano para desmoralizar o pai, usando o relacionamento como instrumento de chantagem, com o objetivo de assumir o controle dos bens familiares e da instituição.

          A situação teria se agravado após o corte de ajuda financeira que Sales Batista fornecia ao filho.

          Denúncias de extrema gravidade citam um suposto plano de assassinato dentro da família.

         A crise se aprofundou com suspeitas sobre a paternidade dos filhos de Luciana, o sumiço de uma dívida de R$ 500 mil dos cofres da igreja e relatos de que Kennedy estaria se preparando para deixar o Brasil.

          Em meio à pressão, a diretoria da igreja afastou o pastor, iniciando uma transição.

          Sales Batista renunciou também a um cargo na convenção estadual e, em uma nota pública, pediu perdão aos fiéis, reconhecendo falhas pessoais.

          O caso provocou um profundo abalo na denominação, levando muitos a questionarem sua permanência no ministério.

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