ANgICO DOS DIAS NOTÍCIAS
EDIÇÃO DE Nº 3467.
CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.
SEXTA- feira 23/ 10/ 2026.
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Santo: “Que Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, interceda por nós e ajude-nos a vencer a indiferença e a construir uma convivência fundada na verdade, na fraternidade e na paz”, conclui a nota.
Atrito
com a Igreja.
A relação entre Flávio Bolsonaro e a
CNBB se desgastou em setembro, quando viralizou um boato que associava o
candidato a um projeto de lei de 2007, já arquivado, que retiraria de Nossa
Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil.
O projeto é de autoria do ex-deputado
federal Professor Victório Galli (MT), à época filiado ao MDB, que, anos mais
tarde, aliou-se ao grupo político do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e chegou
a ser nomeado assessor especial da Presidência da República.
Após a repercussão, o senador
atribuiu o boato a uma “fake news de gente de dentro da CNBB”. A entidade negou
envolvimento. No mesmo período, a Comissão Brasileira Justiça e Paz, organismo
ligado à CNBB, entregou aos bispos um relatório que reúne 58 ataques da extrema
direita contra a entidade e os católicos desde 2018.
Em agosto, o candidato já havia
provocado incômodo entre católicos ao dizer que, se eleito, um de seus
primeiros atos seria decretar que o “Brasil é do Senhor Jesus Cristo”.
No último dia 12, na missa do Dia de
Nossa Senhora Aparecida, o arcebispo de Aparecida (SP), dom Mário Antônio da
Silva, pregou uma “paz desarmada” e afirmou que o evangelho não autoriza odiar
quem pensa diferente, em meio à promessa de Flávio Bolsonaro de retomar a
política armamentista do governo de Jair Bolsonaro.

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