ANgICO
DOS DIAS NOTÍCIAS
EDIÇÃO DE Nº 3478.
CAMPO ALEGRE
DE LOURDES/ BA, BRASIL.
TERÇA- FEIRA, 03/ 11/ 2026.
Email angicodosdiasnoticias2014@gmail.com
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pedido de cassação e impeachment contra o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, (MDB), fundamenta-se em suposta interferência e crime de responsabilidade durante o segundo turno das eleições presidenciais e estaduais de 2026.
A denúncia foi protocolada por
parlamentares do PSOL-SP na Câmara Municipal de São Paulo, que aprovou no final
de outubro a criação de uma Comissão Especial para analisar o caso.
As duas principais acusações contra o
prefeito são o descumprimento de ordem judicial, (Frota de ônibus), que A Justiça Eleitoral havia determinado que a
prefeitura mantivesse 100% da frota de ônibus circulando no domingo de votação
(25 de outubro de 2026).
Contudo, relatórios
apontaram que apenas parte da frota operou, prejudicando o deslocamento de
eleitores, principalmente em regiões periféricas.
Nunes é acusado de pressionar cerca
de 300 servidores comissionados da prefeitura a apoiarem ativamente a campanha
de Flávio Bolsonaro (PL) à presidência, sob ameaça de exoneração.
A comissão composta por sete
vereadores iniciou os trabalhos e deve emitir um parecer sobre a
admissibilidade do processo.
A Comissão Especial eleita pela
Câmara Municipal de São Paulo para analisar o pedido de impeachment do prefeito
Ricardo Nunes é composta por sete vereadores.
Rubinho Nunes, (União Brasil), –
Presidente do colegiado Major Palumbo (PP) – Relator do processo, Luana Alves
(PSOL), Hélio Rodrigues (PT), Kenji Ito (Podemos), Sandra Tadeu (PL), Sandra
Santana (MDB).
O colegiado foi oficialmente
instalado em 29 de outubro de 2026 e tem o prazo de até 10 dias, para
apresentar o relatório preliminar e votar o parecer de admissibilidade.
Andamento atual: A comissão marcou
reuniões a partir de 3 de novembro de 2026 para avaliar o relatório de Major
Palumbo.
O Caso o parecer da comissão seja
favorável à denúncia, o processo é encaminhado para votação no plenário da
Câmara Municipal.
Para que o processo de cassação seja
efetivamente aberto (passando para uma Comissão Processante), são necessários
os votos favoráveis de pelo menos 33 dos 55 vereadores (três quintos da Casa).
Se o parecer for rejeitado ou não
alcançar os votos necessários no plenário, o caso será arquivado.
Como a base aliada ao prefeito detém
a maioria de cinco integrantes na comissão contra dois da oposição, analistas
políticos apontam para uma tendência de arquivamento célere do pedido.

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