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31 de julho de 2026

Aliados de Lula veem “timing inadequado” de Mendonça e tentativa de desgastar o governo.

 ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3337.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA,  BRASIL.

sexta - feira, 31/ 07/ 2026.    

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A

liados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avaliam que o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), adotou um “timing” inadequado ao tomar decisões que atingem nomes próximos ao petista a poucos dias da convenção nacional do PT.

          Segundo a CNN Brasil, integrantes do entorno de Lula estranharam a decisão de Mendonça de retirar o sigilo de documentos da investigação envolvendo o senador Jaques Wagner (PT-BA) e de autorizar a abertura de inquérito contra Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente.

          O evento petista está marcado para domingo (2), em São Paulo, quando Lula será oficializado como candidato à reeleição.

          No PT, a avaliação é de que Mendonça, indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atua politicamente e teria escolhido o momento das decisões para tentar desgastar o governo.

          Aliados do presidente veem as medidas como um movimento sensível por atingir, simultaneamente, um dos principais nomes da articulação política do Planalto e o filho de Lula.

          Mendonça tornou públicos documentos da Polícia Federal que apontam vínculos entre Jaques Wagner e executivos ligados ao Banco Master. O senador foi alvo de busca e apreensão na nona fase da Operação Compliance Zero, deflagrada em 18 de junho.

          De acordo com a investigação, a PF apura indícios de que Wagner teria recebido vantagens econômicas de gestores do Banco Master em possível contrapartida à atuação parlamentar em temas de interesse da instituição financeira. O senador nega as acusações e afirma que provará sua inocência.

          A Polícia Federal também detalhou a relação entre Jaques Wagner e Augusto Ferreira Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro e empresário influente na Bahia. Segundo o levantamento da corporação, os dois trocaram 74 ligações entre novembro de 2023 e maio de 2025, totalizando cinco horas e 30 minutos de conversas.

         Entre as supostas vantagens atribuídas ao núcleo ligado ao Master, a PF cita o uso de aeronaves, ingressos para shows de alto valor, presentes e a possível aquisição de um apartamento de R$ 2,45 milhões em Salvador.

          Jaques Wagner foi líder do governo Lula no Senado e é considerado um dos políticos mais próximos do presidente. O petista também ocupou cargos de destaque em governos do PT e foi governador da Bahia por dois mandatos.

          Pouco antes da retirada de sigilo no caso de Wagner, na quinta-feira (30/ 07/ 2026), Mendonça autorizou a abertura de inquérito para investigar Lulinha por suspeitas de tráfico de influência e corrupção.

          Em entrevista ao podcast Inteligência Ltda, Lula voltou a afirmar que seu filho não terá tratamento privilegiado em caso de investigação.

          “Se o meu filho for acusado de qualquer coisa, ele será tratado como filho de qualquer pessoa. É o certo. Não haverá nenhum privilégio. Eu jamais pedirei para um delegado ou para um juiz não fazer as coisas corretas. Se ele estiver certo, ele vai ter ajuda minha”, disse o presidente.

          A campanha de Lula afirma que ainda não mediu o impacto político da abertura de inquérito. Entre aliados, o discurso é de que, caso a investigação avance sem comprovação das suspeitas, o desfecho pode ser melhor do que manter no ar acusações e expectativas sem conclusão.

          No caso de Lulinha, a suspeita é de que ele teria atuado junto ao Ministério da Saúde em negociações relacionadas ao processo de autorização para comercialização de cannabis medicinal.

          Em outras frentes de investigação, foi levantada a suspeita de que Lulinha seria sócio oculto de Antonio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como um dos principais operadores em um esquema de desvios bilionários de pensões e aposentadorias.

Fonte: Brasil 247

O presidente Lula, (PT), lidera com folga, a corrida presidencial em Pernambuco, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (31/ 07/ 2026).

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N

o cenário estimulado de primeiro turno, o petista aparece com 57% das intenções de voto entre os eleitores pernambucanos, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registra 22%.


         
Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante), com 2% cada. Romeu Zema (Novo), Cabo Daciolo (Mobiliza), Samara Martins (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) têm 1% cada.

          Edmilson Costa (PCB) e Leonardo Avalanche (PRTB) foram citados, mas não alcançaram 1%, enquanto Hertz Dias (PSTU) não pontuou. Brancos, nulos e nenhum somam 9%, e 3% dos entrevistados disseram não saber em quem votar.

          Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula também lidera, com 47% das citações, ante 45% registrados no levantamento anterior, realizado em maio. Flávio Bolsonaro aparece com 13%, índice inferior aos 15% da pesquisa anterior.

          Ronaldo Caiado, Renan Santos e o ex-presidente Jair Bolsonaro foram citados por 1% dos entrevistados cada. Outros nomes e respostas somam 4%. O percentual de eleitores que não souberam responder caiu de 27% para 25%, enquanto brancos, nulos e nenhum passaram de 7% para 8%.

          O Datafolha também simulou um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. Nesse cenário, o presidente teria 61% das intenções de voto em Pernambuco, contra 27% do senador. Brancos, nulos e nenhum representam 10% das respostas, enquanto 2% disseram não saber ou preferiram não opinar.

          A pesquisa ouviu 1.022 eleitores em 44 municípios pernambucanos entre os dias 28 e 30 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

          O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números PE-04519/2026 e BR-07601/2026.

Confira o texto completo no link da bio ou story.


Fonte: diariodepernambuco

Patrimônio do ex-ministro do governo bolsonarista, Ricardo Salles, (Novo-SP), aumentou R$ 9,05 milhões, em 4 anos.

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 ex-ministro do Meio Ambiente do governo Jair Bolsonaro, (PL), e atual deputado federal, Ricardo Salles, (Novo-SP), registrou sua candidatura ao Senado por São Paulo na Justiça Eleitoral, declarando um patrimônio total de R$ 9,05 milhões.

          O aumento patrimonial do ex-ministro supera a correção pela inflação e ocorre em meio a investigações que marcaram sua saída do governo federal em 2021.

Na época, Salles foi alvo de apurações sobre ligação com o garimpo e tráfico internacional de madeira.

          A nova declaração de bens é composta pelo imóvel rural em Portugal, por uma residência na capital paulista avaliada em R$ 3,15 milhões, mantida de disputas anteriores, e por outra propriedade rural no interior de São Paulo, declarada por R$ 2,9 milhões.

          Figura central da extrema direita, Ricardo Salles se projetou nacionalmente em sua gestão à frente do Ministério do Meio Ambiente entre 2019 e 2021, marcada pelo desmonte de órgãos de fiscalização e pela polêmica declaração em que sugeriu “passar a boiada” na legislação ambiental, aproveitando que a imprensa estava ocupada cobrindo a pandemia de Covid-19.

Fonte: BrasildeFato 📲

PP disse não ao candidato extremista Flávio Bolsonaro e barrou a candidatura de Tereza Cistina como vice dele e apoia para apoio do PT.

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 direção nacional do Progressistas oficializou nesta sexta-feira, 31/ 07/ 2026, a decisão de permanecer neutra na disputa presidencial e descartou convocar uma convenção nacional, para rever esse posicionamento.

          A decisão encerrou a possibilidade de a senadora Tereza Cristina (PP-MS) integrar como vice a chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL).

          Em nota, o partido informou que a decisão foi tomada após consulta aos diretórios estaduais e que já foi comunicada – e acatada – pela própria congressista.

          O anúncio ocorreu poucas horas depois de Flávio afirmar a jornalistas, em São Paulo, que Tereza Cristina havia aceitado o convite para integrar sua chapa e que restava “apenas” o aval do partido para formalizar a composição.

         “O convite foi feito, ela aceitou e agora estamos nas conversas para saber se o partido vai avançar ou não”, declarou o candidato do PL. A manifestação oficial do PP, porém, enterra a possibilidade de a legenda rever sua estratégia de neutralidade.

          Nos bastidores, a resistência ao movimento vinha crescendo desde a reunião entre Flávio e Tereza Cristina, realizada na quarta-feira 29.

          Segundo relatos obtidos por CartaCapital, o presidente nacional do PP, Ciro Nogueira (PI), consultou dirigentes estaduais e integrantes da executiva sobre uma eventual aliança com o PL.

        A maioria se posicionou contra a mudança de rumo, sob o argumento de que a neutralidade preserva a autonomia da legenda para manter alianças distintas nos estados e evita associar a federação União Progressista a uma candidatura considerada fraca.

Caiado critica e menospreza o filho 01, do condenado presidiário o ex-presidente Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, pela forma que realizou sua convenção.

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O

 ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, (PDS), afirmou que Flávio Bolsonaro, (PL), perdeu “para um argentino e para um avatar” em sua própria convenção partidária e fugiu de debater os problemas do Brasil.


         
“Foi ali um evento, uma convenção em que o candidato perdeu para um argentino e perdeu para um avatar.

          Ali não tinha presença do candidato, não tinha proposta”, comentou Caiado.

          Na convenção do PL, o avatar de Inteligência Artificial de Jair Bolsonaro e o discurso de Javier Milei, que atacou a soberania brasileira, foram mais importantes e passaram a ser mais discutidos do que a presença de Flávio Bolsonaro, candidato do partido à Presidência.

          “Os candidatos querem desviar o foco da campanha eleitoral, é o que ficou nítido. Não querem debater o     Brasil”, reclamou o ex-governador de Goiás e candidato do PSD a presidente.


Fonte: Hora do Povo

Ministros do STF indicados pelo condenado e presidiário ex-presidente Bolsonaro se autonomearam a função de juiz de propaganda eleitoral, para o pleito eleitoral deste ano de 2026. “?”.

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P

elo andar da carruagem eleitoral e com base na morosidade do ministro do STF, André Mendonça, no caso do Banco Master, onde ele tem tomando medas rigorosas com os acusados e poupando Flávio Bolsonaro, o que se pode esperar deles?

Com esta atitude, o que percebemos é que pode haver a intenção de controlar a situação de acordo com seus interesses bolsonarista na campanh eleitoral de 2026.

Basta compara a situação do filho 01, Flávio Bolsonaro do condenado e presidiário, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, onde áudios dele para Vorcaro cobrava 134 milhões de reais e ele, mesmo confirmou e, inclusive, assumindo ter recebido mais de 61 milhões de reais, mas mesmo assim o ministro André Mendonça não agiu, logo depois veio outra bomba de mais 1 milhão e quinhentos mil em cheques de quinhentos mil reais, envolvendo o banco Master e Flávio Bolsonaro, porém, mesmo assim eles permaneceu em silêncio sem tomar decisão alguma.

          Ao contrario passou a ordenas buscas e apreensões contra opositores do bolsonarismo, ligados ao PT, para desviar o foco, como no caso do Ministro Jaques Wagner do PT e do Filho do Presidente Lula.

         Leia a baixo um matéria da Carta Capital sobre este assunto:

         “ Em seu primeiro ato como presidente do Tribunal Superior Eleitoral, em maio, o ministro Kassio Nunes Marques determinou que ele e o vice-presidente André Mendonça ficassem designados para exercer a função de juiz de propaganda no pleito eleitoral deste ano.

A medida permite que os ministros decidam sobre as principais ações das eleições.

O juiz auxiliar da propaganda tem como atribuição analisar representações sobre propaganda eleitoral irregular ou antecipada, sobre condutas vedadas aos agentes públicos, pedidos de direito de resposta e reclamações administrativas eleitorais, como descumprimento de prazos ou normas da Lei das Eleições.


Antes, havia sido designada apenas a ministra Estela Aranha – indicada pelo presidente Lula (PT)”.

Fonte: Rede social no Instagram Carta Capital.

30 de julho de 2026

Retirada da candidatura de Cleitinho em Minas é vista como irreversível; disputa fica aberta no estado.

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B

arrado pelo Republicanos, na disputa pelo governo de Minas Gerais, o senador Cleitinho Azevedo ainda tenta reverter a decisão da legenda.

Fonte: Brasil 247.

          Aliados do senador avaliam que a possibilidade de uma mudança de postura da sigla é remota e já trabalham com o cenário de sua desfiliação nas próximas semanas, segundo o jornal O Globo.

          Insatisfeito, senador deve deixar o Republicanos e se filiar ao PL.

           Apesar de ter anunciado publicamente em entrevista coletiva que continuará na disputa e prometido procurar o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, a relação de Cleitinho com a cúpula partidária se tornou praticamente irreversível.

          Interlocutores apontam que o parlamentar perdeu espaço nas decisões internas do partido e que as chances de uma reviravolta são mínimas, consolidando a perspectiva de mudança de legenda.

          Diante da desilusão com o Republicanos, a expectativa é que Cleitinho procure a direção do PL. Na última terça-feira (28/ 07/ 2026), o senador conversou com o deputado federal Nikolas Ferreira e com o senador Flávio Bolsonaro, na esperança de obter apoio, para manter sua pré-candidatura ao governo de Minas Gerais.

          Embora o apelo não tenha surtido o efeito prático esperado, o parlamentar demonstrou satisfação com a atenção recebida das lideranças liberais.

         Segundo aliados, o PL surge como o destino mais provável por já ter feito convites formais de filiação a Cleitinho em outras ocasiões — propostas que ele havia recusado no passado.

          Agora, diante do forte desgaste com o Republicanos, ele avalia que a sigla de Flávio Bolsonaro reúne as melhores condições para dar sustentação ao seu projeto político.

Instabilidade e enfraquecimento político

          A eventual mudança de partido ocorre em um momento de fragilidade para o senador. Embora continue liderando as pesquisas de intenção de voto para o governo de Minas Gerais, interlocutores de diferentes legendas afirmam que Cleitinho saiu politicamente enfraquecido do impasse.

         Para essas lideranças, a sequência de sinais contraditórios sobre sua real disposição de concorrer, somada aos sucessivos adiamentos de uma definição, consolidou a imagem de um político instável.

 

          Essa percepção ganhou força entre as siglas que buscavam construir uma candidatura única do campo da direita no estado. Integrantes do Republicanos, do PL e da federação União Progressista passaram a demonstrar forte preocupação com a condução das negociações por parte do senador, argumentando que as frequentes mudanças de postura atrasaram a montagem das chapas proporcionais, dificultaram a costura de alianças locais e comprometeram a organização da campanha em solo mineiro.

 

Esse diagnóstico pesou decisivamente na decisão do Republicanos de abandonar a pré-candidatura de Cleitinho e selar um acordo em torno do ex-secretário da Casa Civil Marcelo Aro (PP).

          Na cúpula da legenda, prevaleceu a avaliação de que, apesar do bom desempenho nas pesquisas, o senador transmitia insegurança aos aliados e aos candidatos que dependiam da definição da chapa majoritária para organizar suas estruturas eleitorais.

          Narrativa do entorno e promessa de reação.

          No entorno de Cleitinho, a leitura sobre o episódio é diferente. Aliados acusam o Republicanos de romper um compromisso construído ao longo de meses de negociação e de ter descartado justamente o nome mais competitivo da direita para enfrentar o governador Mateus Simões (PSD).

          O senador sustenta que havia um acordo prévio para oficializar e lançar sua candidatura apenas no dia 5 de agosto e afirma que tentará convencer Marcos Pereira a voltar atrás.

          Apesar da disposição pública demonstrada por Cleitinho, interlocutores próximos reconhecem reservadamente que uma reversão é improvável e mantêm a aposta de que o desfecho será a saída da sigla.

          Potencial eleitoral e interesse do PL

Apesar do desgaste gerado pela crise, dirigentes do PL avaliam que o potencial eleitoral de Cleitinho permanece elevado e que ele segue como um dos principais ativos da direita em Minas Gerais — estado considerado estratégico para o projeto presidencial de Flávio Bolsonaro.

          A leitura no PL é que o conflito interno no Republicanos não é suficiente para inviabilizar sua chegada e que dificilmente a legenda recusaria sua filiação caso o rompimento se confirme.

          Da mesma forma, não há expectativa de resistência por parte da direção do Republicanos, visto que integrantes da própria sigla avaliam, reservadamente, que uma desfiliação pode ser conveniente para ambos os lados.

Aliados do parlamentar acreditam que, assim que a crise em torno do pleito deste ano for superada, Cleitinho conseguirá reorganizar seu projeto político e preservar seu capital eleitoral para disputas futuras.

          A avaliação final no seu círculo próximo é que, mesmo tendo sofrido um abalo com o episódio, ele permanece como uma das principais lideranças da direita em Minas Gerais.

Fonte: Brasil 247.