Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

31 de julho de 2026

Ministros do STF indicados pelo condenado e presidiário ex-presidente Bolsonaro se autonomearam a função de juiz de propaganda eleitoral, para o pleito eleitoral deste ano de 2026. “?”.

 ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3332.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA,  BRASIL.

sexta - feira, 31/ 07/ 2026.    

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P

elo andar da carruagem eleitoral e com base na morosidade do ministro do STF, André Mendonça, no caso do Banco Master, onde ele tem tomando medas rigorosas com os acusados e poupando Flávio Bolsonaro, o que se pode esperar deles?

Com esta atitude, o que percebemos é que pode haver a intenção de controlar a situação de acordo com seus interesses bolsonarista na campanh eleitoral de 2026.

Basta compara a situação do filho 01, Flávio Bolsonaro do condenado e presidiário, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, onde áudios dele para Vorcaro cobrava 134 milhões de reais e ele, mesmo confirmou e, inclusive, assumindo ter recebido mais de 61 milhões de reais, mas mesmo assim o ministro André Mendonça não agiu, logo depois veio outra bomba de mais 1 milhão e quinhentos mil em cheques de quinhentos mil reais, envolvendo o banco Master e Flávio Bolsonaro, porém, mesmo assim eles permaneceu em silêncio sem tomar decisão alguma.

          Ao contrario passou a ordenas buscas e apreensões contra opositores do bolsonarismo, ligados ao PT, para desviar o foco, como no caso do Ministro Jaques Wagner do PT e do Filho do Presidente Lula.

         Leia a baixo um matéria da Carta Capital sobre este assunto:

         “ Em seu primeiro ato como presidente do Tribunal Superior Eleitoral, em maio, o ministro Kassio Nunes Marques determinou que ele e o vice-presidente André Mendonça ficassem designados para exercer a função de juiz de propaganda no pleito eleitoral deste ano.

A medida permite que os ministros decidam sobre as principais ações das eleições.⁠
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O juiz auxiliar da propaganda tem como atribuição analisar representações sobre propaganda eleitoral irregular ou antecipada, sobre condutas vedadas aos agentes públicos, pedidos de direito de resposta e reclamações administrativas eleitorais, como descumprimento de prazos ou normas da Lei das Eleições.
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Antes, havia sido designada apenas a ministra Estela Aranha – indicada pelo presidente Lula (PT)”.
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Fonte: Rede social no Instagram Carta Capital.

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