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Jornal Edição da Manhã

10 de julho de 2026

Fazendeira Gemilaki e o filho, médico Bruno Gemilaki e o cunhado condenados a pagar R$ 267,9 mil e ainda serão julgados pelas mortes dos 2 idosos.

ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3310.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

QUINTA - FEIRA, 09/ 07/ 2026.    

                              

A

 fazendeira Inês Gemilaki e seu filho, o médico Bruno Gemilaki Dal Poz, ainda não foram julgados nem condenados criminalmente à prisão definitiva, mas continuam presos preventivamente enquanto aguardam o julgamento pelo Tribunal do Júri.

          A novidade mais recente sobre o caso ocorreu na esfera cível, pois a Justiça de Mato Grosso condenou mãe e filho a pagarem uma indenização de R$ 267,9 mil por danos morais e materiais ao proprietário da casa invadida.

          Abaixo estão os detalhes estruturados sobre a situação atual do caso Prisional e Processo Criminal.

         Estão presos preventivamente desde abril de 2024, quando se entregaram à Polícia Civil.

         Eles já foram pronunciados pela Justiça; Isso significa que o juiz considerou que há provas suficientes para que eles vão a júri popular pelos assassinatos.

        O julgamento criminal que define a pena de prisão definitiva ainda vai acontecer.

        Eles respondem por homicídio duplamente qualificado, pela morte dos idosos Pilso Pereira da Cruz e Rui Luiz Bogo, além de tentativa de homicídio contra outras duas pessoas, (um padre e o empresário dono do imóvel).

          Recentemente em decisão do juiz João Zibordi Lara, da 2ª Vara de Peixoto de Azevedo, (MaTo Grosso), o trio envolvido na invasão, (Inês, Bruno e o cunhado Éder Rodrigues), foi condenado, financeiramente, por danos materiais: R$ 27,9 mil para cobrir os estragos causados pelos tiros na residência.

          Condenados na vara cível por danos morais, no valor R$ 240 mil, devido ao cenário de extrema violência e abalo psicológico causado, ao proprietário da casa.

          O valor original pedido pelo proprietário era maior, mas o magistrado reduziu a indenização moral em 20% por entender que o dono do imóvel contribuiu para a tensão prévia ao enviar terceiros para cobrar uma dívida extrajudicial.

          Quanto a situação Profissional do Filho da fazendeira, que é o Bruno Gemilaki médico, o Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) impediu o médico Bruno Gemilaki de exercer a profissão após o indiciamento pelo crime.

Relembre o caso...

O crime cometido pela fazendeira (pecuarista) Inês Gemilaki e seu filho, o médico Bruno Gemilaki Dal Poz, foi motivado por uma disputa envolvendo dívidas de aluguel e uma cobrança extrajudicial de um imóvel.

O conflito escalou para uma invasão armada, quando Inês morava em um imóvel alugado do empresário Erneci Afonso Lavall e deixou dívidas que chegavam a quase R$ 60 mil. Ela havia vencido uma ação anterior na Justiça, mas o proprietário continuava cobrando o valor.

          No dia do crime, o empresário enviou terceiros para fazer a cobrança da dívida. Isso gerou um ambiente de grande tensão, fazendo com que Inês registrasse um boletim de ocorrência por ameaça.

         Na invasão Inês, Bruno e outros familiares invadiram a casa do empresário em Peixoto de Azevedo (MT), onde ocorria uma confraternização familiar, armados, e fetuaram diversos disparos.

       Os tiros acabaram matando dois idosos que estavam no local, identificados como Pilso Pereira da Cruz e Rui Luiz Bogo, além de ferir o empresário e um padre.

        O ataque foi registrado por câmeras de segurança. Devido à gravidade, eles foram processados e condenados pela Justiça do Mato Grosso a pagar indenizações aos sobreviventes e aguardam julgamento pelo Tribunal do Júri.

 

Fonte: G1

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