ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.
EDIÇÃO DE Nº 3310.
CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.
QUINTA - FEIRA, 09/ 07/ 2026.
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A |
fazendeira Inês Gemilaki e seu filho, o médico
Bruno Gemilaki Dal Poz, ainda não foram julgados nem condenados criminalmente à
prisão definitiva, mas continuam presos preventivamente enquanto aguardam o
julgamento pelo Tribunal do Júri.
A novidade mais recente sobre o caso ocorreu na esfera cível, pois a Justiça de Mato Grosso condenou mãe e filho a pagarem uma indenização de R$ 267,9 mil por danos morais e materiais ao proprietário da casa invadida.
Abaixo
estão os detalhes estruturados sobre a situação atual do caso Prisional e
Processo Criminal.
Estão presos preventivamente desde
abril de 2024, quando se entregaram à Polícia Civil.
Eles já foram pronunciados pela
Justiça; Isso significa que o juiz considerou que há provas suficientes para
que eles vão a júri popular pelos assassinatos.
O julgamento criminal que define a pena
de prisão definitiva ainda vai acontecer.
Eles respondem por homicídio duplamente
qualificado, pela morte dos idosos Pilso Pereira da Cruz e Rui Luiz Bogo, além
de tentativa de homicídio contra outras duas pessoas, (um padre e o empresário
dono do imóvel).
Recentemente em decisão do juiz João
Zibordi Lara, da 2ª Vara de Peixoto de Azevedo, (MaTo Grosso), o trio envolvido
na invasão, (Inês, Bruno e o cunhado Éder Rodrigues), foi condenado, financeiramente,
por danos materiais: R$ 27,9 mil para cobrir os estragos causados pelos tiros
na residência.
Condenados na vara cível por danos morais, no
valor R$ 240 mil, devido ao cenário de extrema violência e abalo psicológico
causado, ao proprietário da casa.
O valor original pedido pelo
proprietário era maior, mas o magistrado reduziu a indenização moral em 20% por
entender que o dono do imóvel contribuiu para a tensão prévia ao enviar
terceiros para cobrar uma dívida extrajudicial.
Quanto a situação Profissional do
Filho da fazendeira, que é o Bruno Gemilaki médico, o Conselho Regional de
Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) impediu o médico Bruno Gemilaki de exercer a
profissão após o indiciamento pelo crime.
Relembre
o caso...
O crime cometido pela
fazendeira (pecuarista) Inês Gemilaki e seu filho, o médico Bruno Gemilaki Dal
Poz, foi motivado por uma disputa envolvendo dívidas de aluguel e uma cobrança
extrajudicial de um imóvel.
O conflito escalou para
uma invasão armada, quando Inês morava em um imóvel alugado do empresário
Erneci Afonso Lavall e deixou dívidas que chegavam a quase R$ 60 mil. Ela havia
vencido uma ação anterior na Justiça, mas o proprietário continuava cobrando o
valor.
No dia do crime, o empresário enviou
terceiros para fazer a cobrança da dívida. Isso gerou um ambiente de grande
tensão, fazendo com que Inês registrasse um boletim de ocorrência por ameaça.
Na invasão Inês, Bruno e outros
familiares invadiram a casa do empresário em Peixoto de Azevedo (MT), onde
ocorria uma confraternização familiar, armados, e fetuaram diversos disparos.
Os tiros acabaram matando dois idosos
que estavam no local, identificados como Pilso Pereira da Cruz e Rui Luiz Bogo,
além de ferir o empresário e um padre.
O ataque foi registrado por câmeras de
segurança. Devido à gravidade, eles foram processados e condenados pela Justiça
do Mato Grosso a pagar indenizações aos sobreviventes e aguardam julgamento
pelo Tribunal do Júri.
Fonte:
G1

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