Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

10 de julho de 2026

PF e o Banco máster: mais uma operação aponta que Vorcaro utilizava verbas de fraudes financeiras para abastecer o chamado "Projeto DV", nesta nova fase incluem pagamentos milionários a influenciadores.

 ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3311.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

SEXTA - FEIRA, 10/ 07/ 2026.    

A

 nova polêmica envolvendo o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master, gira em torno da 10ª fase da Operação Compliance Zero da Polícia Federal, deflagrada pelo ministro do STF André Mendonça. 

REPRODUÇÃO DE REDES SOCIAIS.

          A investigação aponta que Vorcaro utilizava verbas de fraudes financeiras para abastecer o chamado "Projeto DV".

          O esquema consistia em uma estrutura voltada para desinformação, monitoramento ilegal e intimidação.

          As principais revelações da Nova fase incluiem pagamentos milionários a influenciadores: O grupo de Vorcaro oferecia até R$ 2 milhões para que influenciadores digitais fizessem postagens coordenadas nas redes sociais atacando e tentando minar a credibilidade do Banco Central (BC).

           O BC foi o responsável por decretar a liquidação do Banco Master.Dossiê contra o CEO do Itaú: Mensagens interceptadas revelam que Vorcaro ordenou a criação de um dossiê contra Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú.

          Na mensagem, o ex-banqueiro pedia um "levantamento" sobre o executivo porque ele estava lhe "causando muito problema".

          Monitoramento e plano para "calar" jornalista: O publicitário Thiago Miranda, apontado como o operador do esquema, monitorou dados sigilosos e familiares da jornalista Malu Gaspar, de O Globo.

          Sem encontrar nada que a desabonasse, o grupo cogitou oferecer um contrato com salário de R$ 120 mil mais bônus, ("luvas"), para interromper as reportagens negativas; em uma das mensagens, o publicitário escreveu que precisava, "arrumar uma forma de calar essa mulher".

          Pagava, também, propina mensal a agentes da PF é o que os relatórios indicam, que o esquema de Vorcaro pagava cerca de R$ 400 mil por mês, além de presentes e bônus, para policiais federais, (ativos e aposentados), para conseguir acesso clandestino a informações de investigações sigilosas.

          Hoje, 10/ 07/ 2026, o principal alvo dos mandados de busca e apreensão é o publicitário Thiago Miranda, ex-CEO do Grupo Léo Dias e dono da agência contratada para gerenciar a crise de imagem de Vorcaro.

          Em nota oficial divulgada por seus advogados no portal SBT News e na CNN Brasil, a defesa de Thiago Miranda refutou categoricamente as acusações, afirmando que ele não cometeu qualquer ilegalidade e que sua atuação sempre foi pautada pelo respeito às instituições e pela liberdade de expressão; enquanto a defesa de Daniel Vorcaro, também, nega as irregularidades do caso.

Nenhum comentário: