Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

2 de julho de 2026

PF afirma que o contra que o bolsonarista Sóstenes apresentou para justificar os 468, 700,00 apreendidos em seu armário é falso.

 ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3291.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

quinta - feira, 02/ 07/ 2026.

 

A

 Polícia Federal aponta que o contrato e a escritura do imóvel apresentados pelo deputado federal Sóstenes Cavalcante, (PL-RJ), possuem fortes indícios de falsidade e inconsistência cronológica para justificar a origem dos R$ 468,7 mil em espécie apreendidos em seu armário.

          O avanço das investigações da Operação Rent a Car foi detalhado em relatórios enviados ao Supremo Tribunal Federal (STF) e embasou uma nova fase de buscas autorizada pelo ministro Flávio Dino.

          Principais Inconsistências Apontadas pela PFSem Lastro Bancário: O rastreamento financeiro indicou que o suposto comprador do imóvel, o advogado Thiago Ferreira de Paula, não realizou saques bancários de valores próximos aos R$ 500 mil na data em que o documento alega que o pagamento em dinheiro vivo foi feito.

          Incompatibilidade Financeira: A movimentação de créditos do comprador foi classificada como 17,7 vezes superior à sua renda declarada, superando sua capacidade financeira em mais de R$ 608 mil.

          Registro Tardio: A escritura de compra e venda da casa (localizada em Ituiutaba-MG) só foi registrada em cartório 11 dias após a PF apreender o dinheiro vivo no flat do parlamentar.

          Elo com Esquema de Saques: A PF suspeita que os valores apreendidos com o deputado tenham partido, na verdade, de saques em dinheiro vivo realizados por um grupo empresarial operado por dois irmãos advogados, suspeitos de desviar recursos da Cota Parlamentar (CEAP) através de locadoras de veículos de fachada.

          O Outro Lado deputado Sóstenes Cavalcante declarou publicamente que os recursos são totalmente lícitos, devidamente declarados em seu Imposto de Renda e decorrentes de um negócio imobiliário legítimo. O parlamentar nega qualquer irregularidade e afirma que as investigações se tratam de "perseguição política" contra a oposição.

Fontes: CNN Brasil e G1

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