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Jornal Edição da Manhã

10 de agosto de 2026

Lula o gigante, presidente do Brasil voltou a solicitar o fim do conflito, guerra, entre Estados Unidos, Israel contra Irã.

 ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS

EDIÇÃO DE Nº 3351.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA,  BRASIL.

segunda-feira, 10/ 08/ 2026.    

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 presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um forte apelo pelo fim das tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã.

          Para Lula, o mundo está cansado de guerras, e a diplomacia precisa prevalecer sobre novos confrontos militares.

              Em sua declaração, o presidente ressaltou que guerras deixam um rastro de sofrimento e que a população civil costuma pagar o preço mais alto. Além das mortes, conflitos provocam destruição, deslocamentos em massa e graves crises humanitárias.

       Lula defendeu um cessar-fogo imediato e a abertura de uma mesa internacional de negociações, livre da influência de interesses ligados ao comércio de armas, como caminho para interromper a escalada e buscar uma solução pacífica.

           O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Ministério das Relações Exteriores, (Itamaraty), fizeram um forte apelo pelo fim definitivo das hostilidades, condenando veementemente a ofensiva militar lançada conjuntamente por Estados Unidos e Israel contra o Irã.

          O posicionamento oficial do governo brasileiro foca nos seguintes pontos centrais:

          Lula exigiu a interrupção imediata dos bombardeios, alertando que os ataques ameaçam transformar o Oriente Médio em um campo de batalha permanente com consequências globais catastróficas.

           O governo argumentou que os bombardeios de Washington e Tel Aviv romperam um processo de negociação de paz que estava em andamento. O Itamaraty defendeu que a via diplomática e o respeito ao Direito Internacional são os únicos caminhos viáveis.

          Em pronunciamentos subsequentes, Lula classificou o conflito como uma "maluquice" e criticou duramente o comportamento unilateral de líderes que iniciam hostilidades, reiterando que a população civil é quem paga o preço mais alto pelas crises humanitárias geradas.

          O posicionamento do Brasil gerou repercussões geopolíticas. Enquanto aliados tradicionais do G7 defenderam o direito de retaliação e defesa de Israel, o governo brasileiro concentrou as suas notas na condenação à incursão militar dos EUA e de Israel, gesto que foi formalmente agradecido e elogiado pela diplomacia do Irã.

Fonte: CNNBrasil.

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