ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.
EDIÇÃO DE Nº 3165.
CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.
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segunda - feira, 29// 12/ 2025.
eus,
pátria, família tem sido usado para falsos pastores se beneficial financeiramente
e socialmente, tirando proveito no mundo da política bolsonarista? Ou é mesmo
em nome de Deus?
Um escândalo familiar com repercussões
institucionais abalou a comunidade evangélica de Marabá, no Pará, resultando no
afastamento do pastor Sales Batista de Souza da presidência local, da Assembleia de Deus Missão e de seu cargo na
convenção estadual.
A crise começou com
a denúncia de sua esposa, a missionária Raquel Viegas, que descobriu um suposto
relacionamento do marido com Luciana Salles, esposa de seu próprio filho,
Kennedy Salles.
As investigações particulares
encomendadas por Raquel apontam para um caso que duraria cerca de seis anos.
Contudo, as acusações vão além do
adultério, envolvendo uma complexa trama por poder e patrimônio.
Fontes da igreja indicam que o filho,
Kennedy, seria o articulador de um plano para desmoralizar o pai, usando o
relacionamento como instrumento de chantagem, com o objetivo de assumir o
controle dos bens familiares e da instituição.
A situação teria se agravado após o
corte de ajuda financeira que Sales Batista fornecia ao filho.
Denúncias de extrema gravidade citam
um suposto plano de assassinato dentro da família.
A crise se aprofundou com suspeitas
sobre a paternidade dos filhos de Luciana, o sumiço de uma dívida de R$ 500 mil
dos cofres da igreja e relatos de que Kennedy estaria se preparando para deixar
o Brasil.
Em meio à pressão, a diretoria da
igreja afastou o pastor, iniciando uma transição.
Sales Batista renunciou também a um cargo na
convenção estadual e, em uma nota pública, pediu perdão aos fiéis, reconhecendo
falhas pessoais.
O caso provocou um profundo abalo na
denominação, levando muitos a questionarem sua permanência no ministério.