Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

18 de janeiro de 2026

Igrejas evangélicas e seus líderes, “religiosos”, foram identificados pela (CPMI do INSS), em esquemas de fraudes contra aposentados e pensionistas. “ deus pátria família”.

ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3174.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

e-mail: angicodosdias2014@gmail.com 

sábado, 18/ 01/ 2026.      

A

 senadora Damares Alves (Republicanos-DF), (CPMI do INSS), tem identificado a participação de grandes igrejas e de líderes religiosos, em esquemas de fraudes contra aposentados e pensionistas.

          Segundo a parlamentar, as descobertas passaram a gerar pressões políticas e religiosas para tentar frear o avanço das investigações no Congresso Nacional.

         As declarações foram dadas em entrevista ao SBT News. De acordo com Damares, a comissão começou a enfrentar tentativas recorrentes de obstrução após a inclusão de nomes ligados a lideranças religiosas influentes no escopo das apurações.

        Segundo ela, há pedidos diretos para que determinados casos não sejam aprofundados, sob o argumento de evitar frustração entre fiéis.

        A senadora relatou que a atuação de pastores e igrejas aparece como parte da engrenagem utilizada para aplicar golpes financeiros.

       Conforme as investigações, instituições religiosas teriam sido usadas como canais de aproximação com aposentados e pensionistas, que acabavam sendo induzidos a autorizar descontos indevidos ou a contratar empréstimos consignados sem pleno conhecimento das condições.

          Ainda segundo Damares Alves, o surgimento de nomes ligados a grandes igrejas provocou reações organizadas para limitar o alcance da CPMI.

         De acordo com a parlamentar, representantes religiosos, instituições financeiras e atores políticos de diferentes correntes estariam atuando para reduzir o impacto das investigações e evitar o aprofundamento das apurações.

        A senadora afirmou que, sempre que um líder religioso de grande visibilidade é citado, surgem manifestações para que o tema não avance.

      O argumento recorrente, segundo ela, é o de que a investigação poderia causar decepção ou abalo emocional em comunidades religiosas inteiras.  

     As apurações indicam ainda que templos e igrejas teriam sido utilizados como espaços de captação de aposentados e pensionistas.

    Relatos colhidos pela CPMI apontam que fiéis eram abordados nesses ambientes ou orientados por pessoas de confiança ligadas às lideranças religiosas, passando a aderir a contratos que resultavam em descontos irregulares nos benefícios do INSS.

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