Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

19 de abril de 2026

Mais uma ação sanguinário da polícia da Bahia, que termina com matança, mais uma vez em Alagoinhas, causando terror à população.

ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3221.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

e-mail: angicodosdias2014@gmail.com 

domingo 19/ 04/ 2026.       

U

ma operação da Polícia Militar da Bahia realizada na sexta-feira 17/ 04/ 2026, no Conjunto Nulce Pereira, em Alagoinhas, que terminou com a morte de um homem conhecido pelo apelido de “TB”.

          As primeiras informações, divulgadas pelo site Sua Cidade, indicam que equipes policiais chegaram à localidade e, durante a ação, foram registrados disparos de arma de fogo que atingiram o suspeito.

         A intensa movimentação de viaturas chamou a atenção dos moradores, que acompanharam a ocorrência de perto e relataram momentos de apreensão e tensão na comunidade. O clima na região foi marcado por incerteza, com populares buscando entender o que estava acontecendo enquanto a operação ainda estava em andamento.

         Até o momento, não foram divulgados detalhes oficiais sobre as circunstâncias da ação, nem confirmação se houve confronto direto ou qual teria motivado a presença policial na área. As autoridades também não se pronunciaram formalmente sobre o caso.

          A expectativa é de que novas informações sejam divulgadas após a apuração dos fatos pelos órgãos responsáveis, o que deve esclarecer as circunstâncias da operação e os desdobramentos da ocorrência.

Fonte:bahianews0

 

bahianews0
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O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, sancionou alterações na Lei Estadual nº 16.898, que regulamenta a contratação de empréstimos consignados após uma reunião com a diretoria do Banco Master.

ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3220.

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domingo 19/ 04/ 2026.      

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 ex-governador de Goiás e agora pré-candidato à Presidência pelo PSD, Ronaldo Caiado, sancionou alterações na Lei Estadual nº 16.898, que regulamenta a contratação de empréstimos consignados por servidores ativos e aposentados do estado.

Fonte: Goias 246 notícias

          A mudança, que aumenta a capacidade de endividamento e amplia o prazo de parcelamento das dívidas de 96 para 144 meses, ocorreu após uma reunião com a diretoria do Banco Master.

          O encontro e a proposta

          Todo o trâmite que embasou as alterações consta em um parecer da Procuradoria-Geral do Estado (PGE). O documento, que deu aval à tramitação do projeto em 9 de agosto de 2023, cita diretamente uma reunião online realizada em 28 de março de 2023 entre a governadoria e Fernando Mascarenhas, diretor Comercial do Banco Master. Após o encontro, o governo acatou as sugestões da instituição financeira de Daniel Vorcaro e enviou um anteprojeto de lei.

          O parecer da PGE detalha a motivação da proposta: “Referidas alterações, de acordo com o Ofício nº 6456/2023, da Secretaria de Estado da Economia (SEI nº 46446587), dizem respeito ao recebimento de material informativo nos eventos SEI nºs 46377214, 46377601 e 46377703, bem como da ocorrência de reunião on-line em 28/03/2023, com o Diretor Comercial do Banco MASTER, Sr. Fernando Mascarenhas, gestor do produto Cartão Benefício Consignado ‘CredCesta’”.

 

          O produto Credcesta

 

          O Credcesta é um produto do Banco Master estruturado a partir de mudanças no crédito consignado promovidas pelos ex-ministros Paulo Guedes (Economia), João Roma e Ronaldo Bento (Cidadania).

          A campanha do cartão de benefícios teve como garoto-propaganda o apresentador Ratinho, do SBT, que recebeu R$ 24 milhões da instituição.

Fonte: Goiás 246

18 de abril de 2026

Maria Gabriele foi condenada há 4 nos e 2 meses de prisão por publicar, em suas redes sociais, conteúdo ofensivo contra pessoas negras.

 ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3219.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

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sábado 18/ 04/ 2026.      

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aria Gabriele Mesquita da Silva foi condenada a 4 nos e dois meses de prisão por publicar, no dia 28 de outubro de 2025, em suas redes sociais, mensagens com conteúdo ofensivo e discriminatório contra pessoas negras.

Fonte: victordamattanoticias

           A Justiça do Maranhão condenou a ex-colaboradora terceirizada do Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA), Maria Gabriele Mesquita da Silva, a 4 anos e 2 meses de prisão em regime fechado pelo cr!me de rac!smo.

          Segundo a sentença, a mulher publicou no dia 28 de outubro de 2025, em suas redes sociais, mensagens com conteúdo ofensivo e discriminatório contra pessoas negras.

          A decisão foi ass!nada no sábado (21/03) pelo juiz Diego Duarte de Lemos, da comarca de São Luís Gonzaga do Maranhão, município localizado a cerca de 251 km de São Luís, após ação penal movida pelo Ministério Público do Estado do Maranhão (MP-MA).

           De acordo com a denúncia apresentada pelo MP-MA, Gabriele Mesquita, moradora de São Luís Gonzaga do Maranhão, realizou inicialmente publicações em formato de texto e, posteriormente, também em vídeos, contendo declarações consideradas rac!stas.

          Entre as falas registradas nas redes sociais estavam frases como:

“homem feio é bicho que não presta para nada, ainda mais preto”;

“preto é bicho amostrado”;

“eu não namoro com pr3to nem para ganhar dinheiro”;

“vocês podem até me ver com homem feio, mas com pr3to nunca”.

          Em outro vídeo divulgado posteriormente, ela ainda teria reforçado as declarações, repetindo falas ofensivas relacionadas a pessoas negras.

          O caso ganhou repercussão e foi levado à Justiça pelo Ministério Público, resultando na condenação da acusada por racismo, crime considerado grave pela legislação brasileira.

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Fonte: @portalmanchete

 

Governo Milei obriga argentinos trocar carne de boi por carne de Jumento devido à crise econômica.

ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3218.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

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sábado 18/ 04/ 2026.      


A

 crise econômica na Argentina tem feito consumidores mudarem os hábitos alimentares.

          Com a carne bovina cada vez mais cara, parte da população passou a buscar alternativas mais baratas. Nesse cenário, a carne de burro ganha espaço no mercado.


          Segundo o jornal argentino Página12, a forte alta no preço da carne bovina transformou o produto em item de luxo, frustrando promessas de campanha de Javier Milei de redução de custos e impactando diretamente o consumo.

         Nos últimos meses, os preços subiram de forma acelerada no mercado, com aumentos superiores a 10% em apenas um mês. Em alguns casos, cortes populares chegaram a ultrapassar 25 mil pesos argentinos (cerca de R$ 125), o que provocou uma queda de aproximadamente 20% no consumo.

          Diante da crise, famílias passaram a reduzir a compra de carne bovina e migraram inicialmente para opções mais baratas, como frango e carne suína, que acabaram também registrando aumento de preços.

          Em um segundo momento, o consumo foi ainda mais reduzido, com maior procura por alimentos básicos, como ovos.

         Com a escalada dos preços, açougues passaram a buscar alternativas para manter as vendas. Nesse contexto, surgiu a oferta de carne de burro, comercializada por cerca de 7,5 mil pesos o quilo (aproximadamente R$ 37,50), valor significativamente inferior ao da carne bovina.

Fonte: Metrópoles

17 de abril de 2026

PM Yasmin Cursino Ferreira, que matou Thawanna Salmázio, com tiro no peito na Zona Leste de SP é promovida de estagiária a soldada.

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EDIÇÃO DE Nº 3217.

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quINta-feira 17/ 04/ 2026.     

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fetivação de Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, como soldada da PM foi oficializada nesta sexta-feira, (17/ 04/ 2026), exatamente duas semanas após a morte de Thawanna Salmázio.

          PM Yasmin atirou no peito de Thawanna após discussão.

 

          A policial militar Yasmin Cursino Ferreira, de 21 anos, foi promovida a soldado exatamente duas semanas depois de matar com um tiro no peito Thawanna Salmázio, na Zona Leste de São Paulo.

         A efetivação foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira (17/ 04/ 2026). Até então, ela era estagiária na corporação.

         A soldada está afastada das ruas e é investigada pela Corregedoria da PM e pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, (DHPP), da Polícia Civil.

         Thawanna morreu após ser baleada durante uma ação policial no início do mês, em Cidade Tiradentes.

          Ela caminhava pela rua durante a madrugada com o marido, quando o braço dele tocou o retrovisor de uma viatura em patrulhamento.

          O policial que conduzia o veículo deu ré e questionou o casal sobre andar na rua, dando início a uma discussão.

          A policial Yasmin, que estava no banco do passageiro, desceu da viatura. Nas imagens registradas pela câmera corporal do motorista, é possível ouvir Thawanna dizendo à militar para não apontar o dedo para ela. Em seguida, foi efetuado o disparo.

          "Você atirou? Você atirou nela? Por quê, ca***?", questionou o também soldado Weden Silva Soares. Yasmin respondeu que atirou porque a moradora teria dado um tapa na cara dela.

          A ação policial foi marcada por abusos e violência desde o primeiro contato, segundo especialistas ouvidos, e se configurou como uma “briga” entre agentes e civis, não uma abordagem, além de desrespeitar protocolos da Polícia Militar.

         Na época, a soldado Yasmin estava na etapa final do estágio na corporação e fazia patrulhamento nas ruas havia cerca de três meses. Ela não usava uma câmera corporal.

         Thawanna esperou mais de 30 minutos pelo resgate, apesar de haver bases do Corpo de Bombeiros a poucos minutos do local do disparo. O atestado de óbito emitido pelo Instituto Médico Legal, (IML), apontou hemorragia interna aguda como causa da morte.

       Socorristas ouvidos pela TV Globo afirmam que a demora no resgate contribuiu diretamente para o agravamento do quadro, já que o ferimento não foi estancado nos primeiros minutos após o tiro.

       Uma sequência de registros oficiais e imagens de câmera corporal aos quais a TV Globo teve acesso revela como se deram os mais de 30 minutos entre o disparo que atingiu Thawanna da Silva Salmázio e a chegada do resgate, na madrugada de 3 de abril de 2026, em Cidade Tiradentes, na Zona Leste de São Paulo.

          Às 2horas e 59minutos, por meio do registro feito pela câmera corporal do soldado Weden Silva Soares, é possível ouvir o som do tiro dado pela PM Yasmin Cursino Ferreira.

        Na sequência, ainda com a vítima no chão, o policial questiona a colega: “Você atirou? Você atirou nela? Por quê, ca***?” A policial responde: “Ela deu um tapa na minha cara”.

          Segundos depois, o próprio soldado chama o Centro de Operações da Polícia Militar: "Copom, Rua Edimundo Audran, aciona o resgate”.

          O pedido é reforçado pouco depois: “Copom, aciona o resgate, Edimundo Audran. Menina baleada”.

         Apesar dos pedidos imediatos, o Copom acionou a central do Corpo de Bombeiros apenas às 3h04, cerca de cinco minutos após a solicitação do PM. Nesse intervalo, o soldado volta a reforçar o pedido de socorro: “Reitero o resgate, Copom”.

        Às 3horasn 06 minutos, uma viatura de resgate dos Bombeiros foi inicialmente empenhada para a ocorrência;

Seis minutos depois, às 3horas e 12 minutos, essa ambulância foi substituída por outra.

Durante esse período, o policial volta a demonstrar preocupação com o tempo de espera: “O resgate vai demorar? “Já está ficando branco o lábio dela. Cadê o resgate? Copom, reitera o resgate pra Edimundo Audran”.

          A segunda ambulância designada para a ocorrência saiu da base às 3horas e 17minutos;

         Ela chegou ao local às 3h30, cerca de 30 minutos após o pedido inicial de socorro;

         Às 3horas 37 minutos, a ambulância deixou o local;

         A viatura chegou ao hospital às 3horas e 40 minutos, três minutos após sair da ocorrência;

        No entanto, a ajudante-geral não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.

        Socorristas ouvidos pela TV Globo afirmam que a demora no resgate contribuiu, diretamente, para o agravamento do quadro, já que o ferimento não foi estancado nos primeiros minutos após o tiro.

FONTE: G1

FONTE: G1

16 de abril de 2026

Flávio Bolsonaro Filho do presidiário Bolsonaro, se for condenado por crime de calúnia contra o presidente Lula.

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EDIÇÃO DE Nº 3216.

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quarta-feira 16/ 04/ 2026.     

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dvogado especializado em direito eleitoral, Carlos Frota afirmou que uma eventual condenação do senador Flávio Bolsonaro, (PL), pode resultar na suspensão de seus direitos políticos e impedir que ele concorra ao Planalto.

          Conforme revelou a coluna nesta quarta-feira (15/4/ 2026), o ministro Alexandre de Moraes, (STF), determinou a abertura de um inquérito para investigar possível crime de calúnia do parlamentar contra o presidente Lula.

        Mestre em sociologia política, Frota destacou que a Constituição prevê a suspensão dos direitos políticos em caso de condenação. “Sem entrar no caso concreto, a Constituição Federal de 1988 é clara ao estabelecer que a sentença penal condenatória, inclusive por crimes contra a honra, pode ensejar a suspensão dos direitos políticos”, disse o especialista. 

          Segundo o advogado eleitoral, Flávio Bolsonaro ficaria impedido de obter certidão de quitação eleitoral.

         “No caso da suspensão dos direitos políticos, o cidadão não é sequer registrável: não obtém certidão de quitação eleitoral, não pode se filiar a partido político e tampouco votar, uma vez que o título eleitoral fica cancelado”.

         Alexandre de Moraes determinou a instauração do inquérito para esclarecer se o parlamentar cometeu crime de calúnia contra o presidente Lula em uma postagem nas redes sociais, feita em 3 de janeiro de 2026.

       A determinação de Moraes foi tomada a partir de representação da Polícia Federal (PF), requerida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Além de autorizar a abertura do inquérito, o magistrado determinou o envio dos autos à PF, que terá prazo de 60 dias para realizar as diligências iniciais.

     Após a publicação da reportagem, Flávio Bolsonaro disse que recebeu “com profunda estranheza” a decisão de Moraes. “A medida é juridicamente frágil, uma vez que a publicação objeto do procedimento carece de qualquer tipicidade penal”, afirmou.

Fonte: 🤳 Metrópoles.