Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

19 de junho de 2026

Basta alegar confronto: A jovem identificada como Graziele de Assis Santos, de 21 anos, morreu durante uma ação da Rondesp realizada no bairro Juca Rosa.

ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3272.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

e-mail: angicodosdias2014@gmail.com 

quinta-feira, 18/ 06/ 2026.  

U

ma jovem identificada como Graziele de Assis Santos, de 21 anos, morreu durante uma ação da Rondesp realizada no bairro Juca Rosa, na zona norte de Eunápolis, nesta quarta-feira (18).

 

          Segundo informações da Polícia Militar, a ocorrência aconteceu no local conhecido como Beco da Hélia, área frequentemente alvo de operações de combate ao tráfico de drogas.

          De acordo com a versão policial, equipes realizavam patrulhamento na região quando um grupo de suspeitos teria tentado fugir e efetuado disparos contra os agentes.

          Durante a ação, Graziele foi encontrada ferida, chegou a ser socorrida para o Hospital Geral de Eunápolis, mas não resistiu aos ferimentos.

          Ainda conforme a PM, foram apreendidos com a jovem um revólver calibre .

         38 com numeração suprimida, munições, porções de drogas prontas para comercialização e uma motocicleta. Todo o material foi encaminhado para a Delegacia Territorial de Eunápolis.

          O caso ganhou grande repercussão após a circulação de fotos e vídeos atribuídos à jovem em aplicativos de mensagens. Segundo a polícia, as imagens mostram Graziele exibindo armas de fogo e realizando gestos associados a uma facção criminosa.

          A autenticidade do material e as circunstâncias da ocorrência deverão ser apuradas durante as investigações.

A Polícia Civil ficará responsável pela investigação para esclarecer todos os detalhes do caso.

#Eunápolis #JucaRosa #PolíciaMilitar

 

 

18 de junho de 2026

Dossiê contra juízes e procuradores e blitz falsa contra ex-mulher: os detalhes da nova fase da Operação Rejeito.

 ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3271.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

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quinta-feira, 18/ 06/ 2026.  

M

ais uma operação realizada pela polícia federal, nesta quinta – feira, (18/ 06/ 2026), a partir de suspeitas da existência de grupo de monitoramento ligado a Alan Cavalcante.

          A deflagração da segunda fase da Operação Rejeito, foi motivada por evidências de que o grupo ligado ao empresário Alan Cavalcante estruturou um sistema privado de inteligência para produzir dossiês detalhados sobre juízes e procuradores que atuavam em processos de seu interesse.

          Ainda segundo a apuração, Cavalcante tentou encomendar uma blitz policial contra sua exesposa, tratada pela investigação como potencial testemunha. Esses elementos, extraídos de mensagens de celular, relatórios de investigação particular e documentos apreendidos em fases anteriores, levaram a Justiça Federal a concluir que a organização criminosa não apenas monitorava autoridades e terceiros, mas também buscava instrumentalizar agentes públicos e acessar dados sigilosos por vias clandestinas.

          A decisão que embasa a operação aponta a existência de uma estrutura dedicada ao levantamento sistemático de informações sobre magistrados e membros do Ministério Público com atuação em casos ligados ao grupo de mineração investigado, incluindo os juízes federais W.K.A. e F.V.

         Em etapas anteriores, a Polícia Federal já havia localizado planilhas com nomes de juízes, procuradores da República e integrantes da sociedade civil, acompanhados de dados pessoais, funções, área de atuação e observações sobre posicionamento em temas de interesse da organização. Agora, conforme a investigação, há evidências de que o monitoramento era constante.

          Um dos exemplos é o do mandado de segurança cível relacionado a empreendimento minerário, inicialmente sob responsabilidade de W.K.A., que, após manifestação de suspeição, teve o processo redistribuído para o juiz federal F.V.. Assim que soube da redistribuição, Alan acionou sua esposa, Tayná Vitória Cerqueira Gouveia, pedindo que ela repetisse “o mesmo trabalho” já feito em relação a outra pessoa.

          Na prática, isso significava acionar as empresas de investigação contratadas pelo grupo para levantar o máximo de informações possíveis sobre o novo juiz responsável pelo caso.

          As conversas recuperadas mostram que, em poucos minutos, o nome de F.V. foi pesquisado em redes sociais e encaminhado à empresa Rastrear Investigações, uma das fachadas de um mesmo núcleo empresarial de investigação privada. Em paralelo, o empresário passou a buscar o CPF do magistrado em ferramentas abertas, para, em seguida, solicitar relatório completo com “todas as informações possíveis”, com indicação de urgência.

          Esse encadeamento de mensagens é usado pela PF para demonstrar que o monitoramento era acionado de forma imediata sempre que uma autoridade passava a ocupar posição estratégica em processos de interesse do grupo.

          Os documentos anexados à investigação mostram que os relatórios produzidos sobre o juiz F.V. ultrapassavam em muito a esfera de informações públicas. Esses dossiês trazem dados pessoais detalhados, como filiação, data de nascimento, múltiplos endereços residenciais e telefones, além de emails e histórico profissional em diferentes instituições de ensino e órgãos públicos.

          O pacote inclui, ainda, referências à declaração de imposto de renda, informações sobre restituições, vínculos empregatícios formais, renda estimada e participações em atividades acadêmicas.

          Os relatórios também reúnem informações sobre hábitos de consumo, perfil de crédito, contratos de serviços, viagens, veículos registrados e até dados de vacinação. Em alguns casos, aparecem menções a perfis em redes profissionais e a registros que indicam a atuação do magistrado como professor de cursos de graduação e pósgraduação. O nível de detalhamento, na avaliação do juízo, indica o acesso a bases de dados restritas ou a serviços que prometem obter informações protegidas por sigilos bancário, fiscal e telefônico.

          Outro aspecto destacado é a inclusão de familiares diretos e indiretos do juiz F.V. nos dossiês, com identificação de parentes, suas rendas e profissões. No caso analisado, a investigação aponta que, após a obtenção desses dados, o grupo passou a mapear primos e outros vínculos familiares, em fluxo interpretado como tentativa de abrir canais de contato indireto com o magistrado.

          A Justiça vê nesse movimento um uso de informações sensíveis para, em tese, avaliar possibilidades de aproximação ou exercer influência sobre o ambiente decisório, em linha com o padrão já identificado de aquisição de imóveis próximos às residências de magistradas.

          Os dossiês individuais se somam a planilhas mais amplas, nas quais constam nomes de juízes federais, juízas estaduais, procuradores da República e outros atores institucionais com interface com o setor de mineração em Minas Gerais.

          Entre os alvos do mapeamento aparecem, por exemplo, a juíza federal responsável pela ação penal da Operação Poeira Vermelha – que passou a dividir o mesmo prédio com Alan após a compra de um apartamento – e a juíza A.C.G.M.S., titular da Vara Criminal de Sabará, apontada como vizinha do empresário em condomínio de Nova Lima.

          No Ministério Público Federal, procuradores com atuação em casos de licenciamento ambiental e em ações penais decorrentes das operações anteriores também são citados nas planilhas, associados a anotações sobre perfil de atuação e decisões em processos sensíveis ao setor de mineração.

          Nessas planilhas, além dos dados básicos, aparecem observações sobre a “relação com a comunidade”, histórico de decisões em temas ambientais e percepção de alinhamento ou resistência a pleitos de empreendimentos minerários. Esses documentos foram compartilhados em grupos de mensagens entre Alan e sócios e aparecem ao lado de planilhas de produção de minério e informações empresariais, o que, para os investigadores, revela o uso desses mapas de autoridades como instrumento de planejamento do negócio.

          A PF sustenta que o grupo buscava antecipar posicionamentos, identificar possíveis aliados e monitorar quem poderia representar risco às operações, consolidando um banco de dados paralelo sobre agentes públicos.

 

          A decisão menciona que o mesmo padrão de levantamento de informações foi identificado em relação a outras autoridades, não apenas juízes, e que isso se deu num contexto em que Alan já respondia a ação penal e a inquéritos sobre fraudes em licenciamento ambiental. Para o colegiado, essa continuidade demonstra uma estratégia sistemática de acompanhar, de perto, a atuação de quem poderia fiscalizar, investigar ou julgar o grupo, quebrando a normalidade da relação entre particulares e o sistema de Justiça.

Blitz sob encomenda.

          Além dos dossiês sobre autoridades, outro eixo que sustenta a segunda fase da Rejeito é a descoberta de tratativas para contratar uma blitz policial simulada contra a exesposa de Alan, M.M., apontada pela investigação como fonte de informações relevantes. Em diálogos de setembro de 2025, Tayná procura a Rastrear Investigações para perguntar se seria possível “fazer uma blitz” com foco específico em M.. O objetivo seria abordar o veículo utilizado pela exesposa, em local e momento previamente combinados com a investigadora.

          A resposta da interlocutora explicita a necessidade de acionar, primeiro, um policial civil “parceiro” para efetuar a abordagem inicial e, depois, chamar a Polícia Militar para reforçar a atuação, com possibilidade de reboque do carro e autuação.

          Nas mensagens, a empresária é informada de que o valor do serviço seria mais elevado justamente por envolver agentes públicos e o uso da estrutura oficial de fiscalização. Dias depois, o orçamento é detalhado, com valores distintos a depender se a blitz ocorreria em Belo Horizonte ou em Nova Lima, localidades ligadas à movimentação de M…

          As conversas sugerem, ainda, que o veículo da exesposa já estaria sendo acompanhado em tempo real, com menção a possível instalação de dispositivo de rastreamento. Esse contexto se soma a registros anteriores de monitoramento da rotina de M., ocorridos em agosto de 2025, logo depois de ela prestar depoimento à PF em investigação relacionada ao grupo.

          Para a Justiça, a sequência de vigilância e a posterior tentativa de montagem de blitz configuram risco concreto à integridade de testemunha e evidenciam o uso instrumental de aparatos de segurança pública para fins privados.

          Ofertas para quebra de sigilo.

Nos mesmos canais em que se negociava a blitz, a empresa de investigação oferecia serviços de obtenção de extratos bancários e de ligações telefônicas de terceiros ao longo de períodos determinados, mediante pagamento. As mensagens mencionam a possibilidade de acesso a extratos bancários dos últimos 30 dias, mediante valor específico, e a obtenção de registros detalhados de chamadas junto às operadoras, com indicação de outro valor.

            Tayná demonstra interesse nesses serviços para acompanhar a movimentação de um alvo e discute formas de “pausar” a contagem do período de monitoramento caso a pessoa viajasse.

            Essas ofertas reforçam, na avaliação dos investigadores, a hipótese de que o grupo se valia de intermediários com acesso indevido a sistemas fechados e bases de dados de instituições financeiras, órgãos de segurança e empresas de telefonia.

          A estrutura empresarial identificada – Foco Investigações, Rastrear Investigações, Detectar Investigações e, posteriormente, Oficial Investigações – aparece como núcleo dessa rede clandestina de informações, a serviço de demandas do grupo liderado por Alan. Esse uso reiterado é um dos fundamentos para a suspensão cautelar das atividades dessas empresas.

           A Justiça destaca que as tratativas sobre blitz e quebra de sigilo se deram quando o empresário já era réu em ações decorrentes de operações anteriores e respondia por embaraço à investigação e violação de sigilo funcional. Isso reforça a percepção de reiteração delitiva e de que, em liberdade, o grupo seguiria recorrendo à mesma estrutura para interferir em investigações, acessar dados protegidos e monitorar testemunhas, autoridades e procuradores da República que atuam em casos contra o conglomerado de mineração.

          Na avaliação do colegiado da 3ª Vara Federal Criminal, o fato de os principais episódios descritos terem ocorrido entre agosto e setembro de 2025, e terem sido identificados a partir da análise de celulares apreendidos somente em 2026, garante contemporaneidade às medidas.

          A conclusão é de que, sem a adoção de prisões e buscas, haveria probabilidade de continuidade de atos de monitoramento ilegal, de tentativas de instrumentalização de agentes públicos e de interferência em processos judiciais e apurações em curso.

17 de junho de 2026

O cabo da Polícia Militar de Pernambuco José Maria Alexandre da Silva Junior, de 40 anos, morreu em circunstâncias ainda não esclarecidas após passar a noite no apartamento da ex-companheira, no bairro de Boa Viagem, na zona sul do Recife.

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EDIÇÃO DE Nº 3270.

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quarta-feira, 17/ 06/ 2026.  

O

 caso ocorreu na quinta-feira, 11 de junho, e chamou a atenção dos investigadores por uma sequência de circunstâncias consideradas incomuns, entre elas a suspeita envolvendo uma taça de vinho que teria sido trocada durante o encontro.

O policial foi ao imóvel da ex-companheira depois de deixar o serviço. A mulher, uma advogada de 48 anos, tinha uma medida protetiva em vigor contra ele.

 

Durante a madrugada e parte da manhã, os dois teriam permanecido no apartamento consumindo bebidas alcoólicas e energético. Em determinado momento, segundo os elementos apurados pela investigação, a mulher desconfiou que sua taça poderia ter sido trocada e decidiu substituí-la novamente.

 

Horas depois, José Maria começou a apresentar sinais de mal-estar. Relatos colhidos pelos investigadores indicam que o cabo estava com os lábios arroxeados e espuma na boca antes de morrer.

 

A Polícia Militar foi acionada e equipes foram até o apartamento, onde confirmaram o óbito. As taças usadas pelo casal e amostras das bebidas consumidas no local foram recolhidas para análise pericial.

 

A ex-companheira do policial foi encaminhada para prestar depoimento. Após ser ouvida pelos investigadores, ela acabou liberada.

16 de junho de 2026

Aumentou a rejeição ao senador e pré-candidato a presidente do Brasil Flavio Bolsonaro.

ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3269.

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terça-feira, 16/ 06/ 2026.      

A

umentou a rejeição do Flávio Bolsonaro nesta nova pesquisa, pois a rejeição ao senador Flávio Bolsonaro, (PL), superou superando numericamente a do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na pesquisa mais recente.

          De acordo com o levantamento do instituto Nexus/BTG divulgado em 15 de junho de 2026, os principais dados sobre a resistência do eleitorado aos pré-candidatos

          Rejeição a Flávio Bolsonaro Subiu de 50% para 52% em relação ao mês anterior.

Rejeição a Lula: Permaneceu estável em 47%.

A Margem de erro oscilação do senador ocorreu dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

               Contexto Político e EleitoralFatores de desgaste: Analistas apontam que a imagem de Flávio Bolsonaro sofreu impactos negativos recentes devido à repercussão de suas conexões financeiras e de articulação política.

          Cenário de primeiro turno: Paralelamente ao avanço na rejeição, as intenções de voto no principal cenário estimulado mostram Lula na liderança com 42%, enquanto Flávio recuou para 33%.

          Simulação de segundo turno na disputa direta, o atual presidente venceria por 49% a 43% contra o parlamentar fluminense.

          A pesquisa Nexus ouviu 2.017 eleitores por telefone entre os dias 12 e 14 de junho e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06645/2026. Outros levantamentos recentes de institutos como a Quaest e o Datafolha também já vinham capturando essa tendência de desgaste na imagem pública do senador nas últimas semanas

Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), unidade vinculada à SecultBA, abriu inscrições, nesta terça-feira (09/06/ 2026), até 09/07/ 2026, para o Edital de Apoio a Espetáculos Teatrais.

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EDIÇÃO DE Nº 3268.

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terça-feira, 16/ 06/ 2026.     

A

 iniciativa, realizada por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), busca apoiar peças em cartaz ou em retomada de apresentações para ampliar a permanência no circuito cultural e fortalecer a produção de artes cênicas.

          Serão selecionados 40 espetáculos, sendo 18 de Salvador e 22 de outros municípios.

          O valor total de investimento é de R$ 600 mil. As inscrições poderão ser feitas até 9 de julho exclusivamente no site da Funceb (www.ba.gov.br/fundacaocultural). 

          Cada proposta selecionada receberá R$ 15 mil em apoio à reapresentação pública. As propostas deverão corresponder a montagens já apresentadas, comprovando trajetória artística e condições de continuidade. 

          A seleção pressupõe realização de um ciclo de quatro apresentações visando a democratização, fortalecimento e circulação da produção teatral baiana. 

          A diretora geral da Funceb, Sara Prado, ressalta o papel do edital no fortalecimento da cena teatral e na ampliação do acesso à cultura.

“Este apoio reforça o compromisso com a continuidade e a circulação dos espetáculos teatrais em todo o estado. Ao investir em montagens já consolidadas, fortalecemos a cadeia produtiva das artes cênicas, ampliamos as oportunidades para artistas e grupos e garantimos que mais pessoas tenham acesso à diversidade da produção teatral baiana”, destaca. 

          O valor poderá ser utilizado para ações como novas apresentações, pagamento de pautas, técnicos e elenco, circulação da montagem em diferentes municípios ou espaços culturais, e retomada de espetáculos após período de interrupção. 

          Também são critérios a atualização ou manutenção de elementos de cenário e figurino, aprimoramentos técnicos necessários à reapresentação, ações de comunicação e divulgação voltadas à ampliação de público e manutenção de elementos cênicos. 

          Não se enquadram neste edital projetos ainda em fase de criação ou desenvolvimento, sem estreia pública, processos de pesquisa ou experimentação cênica que não tenham resultado em espetáculo apresentado ao público, leituras dramáticas, exercícios de processo criativo ou atividades formativas que não configurem montagem teatral finalizada. 

         A coordenadora de teatro da Diretoria das Artes (Dirart) da Funceb, Zeca de Abreu, ressalta a relevância do edital.

           “Ao todo, serão 40 espetáculos e a iniciativa exige que sejam realizadas quatro apresentações independentes de espaços, podendo ser em teatros, colégios, espaços culturais ou até mesmo em intervenções na rua.

          Esse apoio é um impulso para mover os espetáculos em Salvador e nas cidades do interior da Bahia. É um incentivo para as companhias teatrais que têm peças que já estão ou que estiveram em cartaz, ampliarem ou retornarem suas apresentações”, afirma. 

Serviço: 

O quê: Edital de Apoio a Espetáculos Teatrais 

Quando: De 9 de junho a 9 de julho 

Inscrições:www.ba.gov.br/fundacaocultural


 

15 de junho de 2026

Os policiais acusados da execução do Advogado Renato Nery, em Cuiabá.

ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3267.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

e-mail: angicodosdias2014@gmail.com 

segunda-feira, 15/ 06/ 2026.     

O

s policiais militares Jorge Rodrigo Martins, Wailson Alesandro Medeiros Ramos, Wekcerlley Benevides de Oliveira e Leandro Cardoso voltarão a usar tornozeleira eletrônica, terão suspensos os portes e as posses de armas de fogo.

          As medidas foram determinadas pelo juiz da 11ª Vara Criminal Especializada da Justiça Militar de Cuiabá, José Mauro Nagib Jorge, após decisão da Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que acolheu recurso do Ministério Público e restabeleceu as cautelares anteriormente revogadas. Os quatro são investigados pela morte do advogado Renato Nery, ocorrida em 2024.

          A decisão foi publicada hoje (15/ 06/ 2026); onde o magistrado determinou o cumprimento, imediato, da ordem e mandou que o Comando-Geral da Polícia Militar e a Corregedoria-Geral da corporação adotem todas as providências necessárias para sua efetivação.

          Entre as determinações estão o recolhimento ou a restrição de acesso às armas de fogo, a transferência dos militares para funções exclusivamente administrativas e a fiscalização do cumprimento das medidas judiciais.