Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

3 de junho de 2026

O espetáculo acabou para o delegado midiático Charles Pessoa... pois segundo o MPPI, com esta atividade ele tinha como objetivo se promover na político - partidária.

 ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3245.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

e-mail: angicodosdias2014@gmail.com 

segunda-feira 03/ 06/ 2026.    

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 MPPI expediu uma recomendação ao delegado Charles Pessoa, para que ele interrompa a publicação e o compartilhamento de conteúdos relacionados à atividade policial, em redes sociais, pois esta ação, apenas serve para finalidade pessoal, promocional e político-eleitoral.

         A notificação partiu Ministério Público do Estado do Piauí ao delegado midiático Charles Pessoa do Departamento de Repressão às Ações Criminosas Organizadas, (DRACO), da Polícia Civil do Piauí, (@policiacivilpiaui ), para que ele interrompa a divulgação de ações da policia Civil do Piauí, em suas redes sócias, pois servem, apenas, para que ele consiga se promover, visando pleitear cargo político eletivo.

          O delegado, realmente, vinha exagerando em suas ações, aponto de passar a, paralelamente, ao mesmo tempo, em que realizava postagens de prisões e ações, também, fazia postagens de fotos e vídeos sendo ao lado de pessoas e se comportava como um salvador da sociedade junto ao crime.

          O documento, publicado nesta quarta-feira (3), é assinado pelos promotores de Justiça Fernando Brandão Cruz, Ricardo Lúcio Trigueiro e Mirna Napoleão Lima, membros do Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial, (GACEP).

          O que se vê hoje em dia, pois são policiais, delegados, juízes, promotores e demais agente públicos, principalmente, da área da segurança, no Brasil, usando do cargo que ocupar em benefício próprio, para se promover, sem fala da banda podre de dentro das corporações, que partem para o crime, organizado.

        Não é atoa que hoje em dia adia corporações policias, em especial a PM de todo Brasil tem sido celeiro, refugio,  de      marginais, que conseguem passar em concurso e nas demais fazes de investigação e de testes, que são totalmente rigorosos, assim atuar se escondendo por detrás da farda e da imagem, poder  e força da corporação, em muitos dos casos sob a conivência, negligência, ou deficiência destas instituições, visivelmente, sustentado pelo corporativismo que reina nestas instituições.

       Ainda acreditamos nas instituições da segurança pública do Brasil, em especial da policia militar de todo Brasil, pois felizmente ainda há uma grande maioria de profissionais sérios, competentes, bem preparados e bem intencionados.

       É preciso que estas instituições revejam e reformulem o mecanismo de seleção e preparação destes agentes públicos, além, de promover, no mínimo, anualmente, testes e exames destes agentes públicos, para dar melhor preparo e garnati de que eles estão em condições de portar armas e promover a segurança ao povo brasileiro.

Por Dorgival Farias.

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