Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

10 de junho de 2026

O Filme bolsonarista é suspeito de servir, apenas, para lavar dinheiro sujo do banco máster do Vorcaro e desviar milhões de verbas publicas.

ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3263.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

e-mail: angicodosdias2014@gmail.com 

quarta-feira, 10/ 06/ 2026.    

A

 ONG Instituto Conhecer Brasil, ou ICB, de Karina Ferreira da Gama, que serviu de laranja para o deputado bolsonarista Mário Frias arrecadar recursos para o filme de Jair Bolsonaro desviou dinheiro público a rodo.

                É o que revela o site Intercept Brasil.

          Só do Sesi foram R$ 2,4 milhões, sem contar os mais de R$100 milhões da prefeitura de SP e os gordos recursos de aposentados do Rio e de outros estados que foram roubados por Daniel Vorcaro e repassados para seu pupilo Flavio.

          Segundo auditorias da Controladoria-Geral da União, a CGU, a ONG superfaturou em R$ 2,4 milhões os serviços prestados pela ONG entre 2017 e 2018 para o Conselho Nacional do Serviço Social da Indústria, o CN-Sesi.

          O Sesi repassou cerca de R$ 11 milhões para a ONG bolsonarista.

          Segundo a CGU houve uma sangria milionária e sistemática de dinheiro do Sesi.

          Apenas no Pará, o sobrepreço comprovado superou a marca de R$ 1,3 milhão, somando-se a outros R$ 880 mil desviados no Rio Grande do Norte. Os lucros tiveram uma aumento de 748% no Piauí.

          No Distrito Federal, dos R$ 350 mil recebidos pela ONG para a Fórmula Truck Kids, a verba transitou por uma entidade de fachada e apenas R$ 80 mil custearam o evento real, deixando um superfaturamento direto de R$ 270 mil pelo caminho em um único contrato.

          Ao contrário da narrativa mentirosa de Flávio Bolsonaro, de que não houve dinheiro público desviado para o filme sobre Jair Bolsonaro, os valores drenados pelo esquema não são recursos privados.

          É dinheiro público. O Sesi, como integrante do Sistema S, é financiado por contribuições compulsórias pagas pelo setor industrial – verbas que possuem natureza de recurso público federal.

          O Intercept Brasil destaca que é exatamente por gerir esse dinheiro que a entidade é submetida à fiscalização da Controladoria-Geral da União, a CGU, órgão responsável por auditar as contas anuais do conselho e que acabou descobrindo o rastro de superfaturamentos e notas frias deixado pelo ICB.

Foto: Roque de Sá - Agência Senado

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