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Jornal Edição da Manhã

27 de janeiro de 2026

Feminicídio: arquiteta desaparecida há 3 meses é encontrada morta em região de mata de SP.

ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3179.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

e-mail: angicodosdias2014@gmail.com 

quarta - feira, 28/ 01/ 2026.      

S

egundo a Polícia Civil e a Secretaria da Segurança Pública (SSP), Fernanda foi morta a tiros, e o corpo foi enterrado em uma região de mata.

          A arquiteta Fernanda Silveira de Andrade, de 29 anos, encontrada morta em uma área de mata na capital paulista após três meses desaparecida, vivia sob constantes ameaças e já havia sobrevivido a uma tentativa de homicídio praticada pelo ex-namorado.

         O principal suspeito do crime, Euhanan dos Santos Barbosa, de 25 anos, foi preso no último sábado (25) e confessou o assassinato. As informações são do g1.


         Segundo a Polícia Civil e a Secretaria da Segurança Pública (SSP), Fernanda foi morta a tiros, e o corpo foi enterrado em uma região de mata no bairro de Marsilac, na zona sul de São Paulo. Após ser preso, Euhanan indicou aos policiais o local onde havia ocultado o cadáver da vítima.

           O caso foi registrado como feminicídio, violência doméstica, posse ilegal de arma de fogo e localização e apreensão de objeto. "O caso foi registrado como feminicídio, localização/apreensão de objeto, violência doméstica e posse ilegal de arma de fogo no 101º DP (Jardim das Imbuias)", informa a pasta.

Histórico de violência e ameaças.

           A morte de Fernanda encerra uma sequência de episódios de violência doméstica que se arrastavam há anos. Em junho de 2024, a arquiteta procurou a Polícia Civil para registrar um boletim de ocorrência após ser agredida com socos, chutes e golpes de capacete na cabeça pelo então companheiro.

          No termo de declaração, assinado em 23 de junho daquele ano, Fernanda relatou que as agressões eram recorrentes e que vivia sob constantes ameaças de morte. Ela afirmou ainda que permanecia no relacionamento por medo das represálias prometidas pelo agressor caso tentasse se afastar definitivamente.

 

Tentativa de homicídio em 2023

          Um dos episódios mais graves ocorreu em 2023, quando Fernanda foi esfaqueada oito vezes por Euhanan durante uma discussão. Após o ataque, o homem fugiu do local. A vítima foi socorrida, encaminhada para atendimento médico e conseguiu sobreviver.

          Mesmo após a tentativa de homicídio, Fernanda retomou o relacionamento com o agressor. Posteriormente, deixou o interior paulista e passou a morar na capital, na tentativa de recomeçar a vida longe do histórico de violência.

Prisão e confissão

          Euhanan dos Santos Barbosa foi preso no sábado, após uma denúncia levar policiais até a região onde ele caminhava. Durante a abordagem, ele confessou o crime e levou os agentes até o local onde havia enterrado o corpo da arquiteta. Com ele, a polícia apreendeu um revólver calibre .38 e munições.

          O suspeito passou por audiência de custódia no domingo (25), quando a prisão foi mantida. Ele foi representado pela Defensoria Pública. Até a última atualização desta reportagem, a defesa não havia sido localizada para comentar o caso.

         O feminicídio de Fernanda Silveira de Andrade reforça o alerta das autoridades e especialistas sobre o risco enfrentado por mulheres que vivem sob ciclos prolongados de violência doméstica, mesmo após registros policiais e denúncias formais.

 

Urgente: Ele lutou pela vida, enquanto, todos que bebiam ao sue lado e curtiam fugiram, como ratos, covardes.

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terça - feira, 26/ 01/ 2026.     

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bserve na frieza de outro homem, enquanto a vítima era assassinada; aparentemente, o dono do bar.

          Com frieza um homem assistiu tudo, tranquilamente, recolhendo garrafas das mesas e ainda parava para assistir os últimos minutos de vida da vítima, que agonizava, tentando conter o marginal.

     O marginal em vários momentos ficou de costas para o cara que estava recolhendo as garrafas das mesas, de forma que se ele quisesse poderia com uma cadeira ou uma mesa acertar o marginal e imobiliza-lo, até, mesmo se necessário fosse agir com outra arma para impedir que seu cliente fosse morte ali.

          A morte deste homem, de forma covarde, mostra que não devemos achar que mesa de bar é lugar para fazer amizade, ou achar que temos amigos, apenas, porque bebem juntos.

22 de janeiro de 2026

Uma adolescente Beatryz Emelly de 14 anos foi assassinada em um crime que chocou moradores de Britânia, no noroeste de Goiás.

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quinta - feira, 22/ 01/ 2026.    

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eatryz Emelly Nunes da Silva Ferreira estava desaparecida havia cerca de um dia quando a polícia encontrou o corpo enterrado no quintal da casa de um homem que era tratado pela família como tio de criação.

          O suspeito, Paulo Fagundes de Oliveira, confessou o homicídio e foi preso junto com a esposa.

          B De acordo com a investigação, Beatryz saiu de casa na manhã de terça-feira (20) para prestar ajuda ao casal e não retornou. Pouco tempo depois, a família perdeu contato com a jovem e registrou o desaparecimento.

          Na quarta-feira (21), após denúncias de movimentação estranha durante a madrugada, policiais localizaram o corpo no imóvel indicado pelo próprio autor do crime.

 

          Em depoimento à Polícia Militar de Goiás, Paulo afirmou que agiu após uma discussão banal com a adolescente. Ele relatou ter usado um objeto de madeira e, posteriormente, uma f4ca.

          Segundo a polícia, a esposa teria incentivado a violência. Ela foi encontrada e detida em Jussara, a pouco mais de 100 quilômetros do local do crime.

          No terreno, agentes recolheram o celular da vítima e os instrumentos usados. A identificação foi imediata. O casal permanece preso e o caso é apurado pela Polícia Civil de Goiás, que deve indiciá-los por homicídio qualificado e ocultação de cad4ver.

Fiocruz e farmacêutica pode garantir a fabricação da injeção contra HIV no Brasil.

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quinta - feira, 22/ 01/ 2026.    

U

m acordo entre farmacêutica e Fiocruz abriu caminho para afabricação de injeção contra HIV no Brasil, pois a negociação pode avançar e resultar na transferência de tecnologia, para o país, afirmou Gilead.

           A parceria poderia tornar o lenacapavir, que custa R$ 136 mil por ano nos EUA, mais acessível aos brasileiros.

 

São Paulo

           A Gilead Sciences, farmacêutica responsável pela fabricação do lenacapavir —injeção semestral de prevenção ao HIV—, diz ter firmado um memorando de entendimento com o Instituto de Tecnologia em Fármacos da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), o Farmanguinhos.

          O intuito é avaliar alternativas de cooperação, "incluindo o potencial de uma futura transferência de tecnologia, para fabricação do medicamento no país", afirmou a empresa.

 

           Na prática, o compartilhamento de tecnologia poderia reduzir custos de produção e tornar a fórmula mais acessível no Brasil.

           O Farmanguinhos confirmou à reportagem a assinatura do documento, mas ressaltou, contudo, que o memorando não formaliza ainda um compromisso entre as instituições, apenas estabelece bases para avaliação, discussão e análise do lenacapavir.

          A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou no último dia 12/ 01/ 2026, o registro do medicamento no Brasil; apesar disso, o produto ainda depende da definição do preço máximo pela CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos).

           A disponibilização no sistema público de saúde será avaliada pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS) e pelo governo.

          O custo elevado do lenacapavir deve ser o principal obstáculo, para sua distribuição gratuita. O tratamento hoje custa US$ 25,3 mil por pessoa ao ano (cerca de R$ 136 mil) nos Estados Unidos, podendo chegar a US$ 44,8 mil (R$ 241 mil) em algumas situações.

          Uma opção seria a fabricação da fórmula genérica, que, conforme estudo publicado na revista Lancet, poderia custar de US$ 25 a US$ 47 por ano (de R$ 135 a R$ 253).

          Isso, porém, não acontecerá no Brasil, uma vez que a Gilead não autorizou o país a fabricar versões genéricas do medicamento, como mostrou a Folha.

          Desde o ano passado, a Gilead realiza acordos de licenciamento para a produção de fórmulas genéricas do lenacapavir —foram contemplados, até agora, 120 países, considerados pela empresa os mais vulneráveis pela baixa renda da população. O Brasil não foi um deles. Nem será, segundo a farmacêutica.

           A Gilead tem colaborado para estudos sobre o medicamento no país, liberando doses gratuitamente. Um deles será conduzido pela própria Fiocruz.

          Chamado ImPrEP LEN Brasil, o projeto vai disponibilizar o medicamento em sete cidades do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Florianópolis, Manaus, Campinas, (SP), e Nova Iguaçu (RJ).

Fonte: Folha de São Paulo.

20 de janeiro de 2026

Urgente: Um casal foi assassinado à tiros na cidade de Remanso, na Bahia, na noite desta segunda – feira, 19/ 01/ 2026.

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terça - feira, 20/ 01/ 2026.    

R

emanso volta a ser palco de mais um duplo assassinato e dsta a vítima foi um casal de jovens, vitimado em uma execução à tiros, que  causará comoção à população.


                  Fonte: Sertão em Foco

            As vítimas foram identificadas como Juliana Rosa e Lucas Gabriel, jovens conhecidos na cidade, que tiveram suas vidas interrompidas de forma violenta e precoce.

           Segundo informações apuradas, disparos de arma de fogo foram efetuados contra o casal, que não resistiu aos ferimentos.

          Até o momento, a motivação do crime é desconhecida, e não há informações oficiais sobre a autoria. O caso segue sob investigação, cercado por silêncio e incertezas, aumentando ainda mais a dor de familiares, amigos e de toda a comunidade remansense.

          A morte de Juliana e Lucas deixa um vazio profundo, sonhos interrompidos e uma cidade inteira tomada pela tristeza.

Fonte: Portal em Foco.

19 de janeiro de 2026

Hospital Anchieta do Distrito Federal informou que demitiu os técnicos de enfermagens acusados de matar três pacientes, no DF.

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segunda - feira, 19/ 01/ 2026.   

O

s Profissionais colocavam os remédios no jaleco, roupa usada pelos técnicos de enfermagem, para aplicar nas vítimas, além destes três casos, outras 20 mortes serão investigadas.


         Os  acusados de cometerem os assassinatos foram presos pela Polícia Civil do Distrito Federal, na segunda-feira (19/ 01/ 2026), por serem acusados de envolvimento no três homicídios ocorridos no Hospital Anchieta, em Taguatinga.

              Está a ser investigado o que pode ter motivado os crimes, inclusive a polícia está a investigar outras 20 vítimas, nesse mesmo hospital e, também, em instituições nas quais os suspeitos trabalharam, por cerca de cinco anos, em unidades privadas e públicas.

             O Coren-DF (Conselho Regional de Enfermagem do DF) disse que tomou conhecimento do caso pela imprensa e que está monitorando a situação, adotando as providências cabíveis dentro de sua competência.

           A Polícia Civil do DF afirmou que se basiou em vídeos de câmeras de segurança e análises de prontuários, para efetuar as prisões.

          De acordo com o delegado Wisllei Salomão, da Coordenação de Repressão a Homicídios e Proteção à Pessoa, (CHPP), o principal suspeito, de 24 anos, inicialmente negou envolvimento nas mortes, mas acabou confessando o crime depois de ser confrontado com as imagens.

          De acordo com o delegado, o medicamento usado, quando administrado fora dos protocolos médicos, pode causar parada cardíaca em poucos minutos —o nome da substância não foi divulgado. O medicamento teria sido usado em ao menos três vítimas: duas no dia 17 de novembro e uma no dia 1º de dezembro.

          Salomão informou que o técnico acessou o sistema hospitalar deixado aberto, se passando por médico para prescrever o medicamento e que ainda foi à farmácia buscá-lo, preparou a dose, a escondeu no jaleco e injetou diretamente na veia dos pacientes.

          O criminoso esperava a reação fatal e, para disfarçar, realizava massagem cardíaca falsa, simulando uma tentativa de reanimação na presença da equipe, acrescentou Salomão.

          Em um dos casos, sem medicamento disponível em estoque, o técnico injetou desinfetante na veia da vítima mais de dez vezes, garantindo a morte, e repetiu o fingimento de socorro.

          "Ele contou também com a conivência de outras duas técnicas de enfermagem que estavam no local, no momento de aplicação. Uma auxiliou a buscar esse medicamento na farmácia e também estava presente no momento em que foi ministrado o medicamento", disse Salomão durante entrevista a jornalistas, nesta segunda.

           Uma das técnicas de enfermagem tem 28 anos e também tem histórico de trabalhar em outros hospitais. A outra tem 22 anos e estava no seu primeiro trabalho.

           As duas estavam nos quartos das vítimas observando todo o procedimento. "Nas filmagens, elas ficavam olhando a porta para ver se terceiros não entravam", diz Salomão.

          Segundo Márcia Reis, diretora do IML da Polícia Civil do DF, os indícios apontam que a aplicação foi irregular e intencional, sem chance de equívocos.

          "Eles aplicaram de uma forma irregular, não controlada, de uma forma inadequada, então eles com certeza sabiam dos efeitos potenciais dessa medicação", afirmou.

           A diretora afirma que o que chamou a atenção dos peritos foi a piora súbita das vítimas. Os pacientes tinham gravidades diferentes, uma delas tinha o quadro estável.

           "Não houve uma piora gradual do quadro deles. Foi uma piora súbita em momentos repetidos que culminaram na parada cardíaca até que chegou no evento do óbito", disse.

          Segundo Leandro Oliveira, diretor da da divisão de perícias internas do instituto de criminalística, a investigação planeja reconstruir uma linha do tempo detalhada e extensa ao passado para identificar outras vítimas. "A gente está falando de uns 20 laudos", afirmou.

          O Hospital Anchieta disse que identificou "circunstâncias atípicas" nos três óbitos na UTI e, por iniciativa própria, instaurou um comitê interno. A investigação apontou evidências contra os técnicos de enfermagem, que foram desligados e encaminhados às autoridades.

Bolsonarista aos prantos em frente à Papuda em Brasília, (DF), suplicando pela soltura do presidiário condenado como chefe de organização criminosa armada, Bolsonaro.

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EDIÇÃO DE Nº 3175.

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segunda - feira, 19/ 01/ 2026.   

C

ircula nas redes sociais o vídeo de um homem, apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro, aos prantos, jogado no chão, em frente ao complexo penitenciário da Papuda, em Brasília (DF), suplicando pela soltura de Bolsonaro.

          O homem, aos gritos, diz que Bolsonaro é inocente, mas, nem mesmo a defesa do condenado, presidiário, chefe de organização criminosa armada, segundo o STF.


          Mas, o ex-presidente cumpre pena de mais de 27 anos de prisão por ter liderado a tentativa de golpe de estado nas eleições de 2022, na Superintendência da Polícia Federal, também em Brasília, e não na Papuda.

          Bolsonaro está desde 24 de dezembro de 2025 internado em um hospital particular na Asa Sul da capital federal, e deverá ter alta ainda nesta quinta-feira, 1 de janeiro de 2026.

          A defesa dele solicitou que ele cumprisse a pena em regime domiciliar, mas o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu negar e manter Bolsonaro preso na Superintendência da PF.