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13 de setembro de 2026

Ministro André Mendonça conversou com o então governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, (PL), em novembro de 2022, sobre o processo envolvendo a prisão do ex-governador Sérgio Cabral.

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EDIÇÃO DE Nº 3396.

          CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA,  BRASIL.

domingo, 13/ 09/ 2026.  

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ensagens obtidas pela Polícia Federal e reveladas pela Folha de S. Paulo mostram que o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, (STF), conversou com o então governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), em novembro de 2022, sobre o processo envolvendo a prisão do ex-governador Sérgio Cabral.


          Nos diálogos pelo WhatsApp, Castro afirmou que precisava falar com urgência sobre o “caso Cabral” e encaminhou ao ministro arquivos relacionados a pedidos de habeas corpus e alvará de soltura.

          Na ocasião, Mendonça já participava do julgamento no STF sobre a manutenção da prisão de Cabral e havia pedido vista do processo em outubro. Cerca de um mês depois das mensagens, em dezembro de 2022, o ministro votou pela soltura do ex-governador, fundamentando sua posição no excesso de prazo da prisão preventiva.

          As conversas apareceram no material reunido pela PF no âmbito da Operação Sem Refino, que investiga Cláudio Castro. A corporação também apontou diferenças no tempo de análise, pelo gabinete de Mendonça, de medidas relacionadas a diferentes políticos: segundo relatório policial, pedidos envolvendo Castro chegaram a levar 75 dias, enquanto medidas contra outros investigados foram analisadas em períodos menores.

          Mendonça rejeitou a interpretação de que tenha dado tratamento privilegiado ao então governador e sustentou que suas decisões foram tomadas de acordo com os processos sob sua responsabilidade.

         A defesa de Cláudio Castro também negou qualquer pedido de interferência em decisões judiciais e afirmou que expressões como “amigo”, presentes nas mensagens, são utilizadas pelo político como forma habitual de tratamento, sem indicar necessariamente uma relação pessoal com o ministro.

 

          Mendonça e o ex-governador Cláudio Castro ganharam enorme repercussão nas redes de influenciadores políticos devido aos desdobramentos de investigações e operações da Polícia Federal.

          O cenário político e jurídico comentado por analistas e influenciadores digitais, (como Thiago dos Reis), do campo progressista, conhecido por comentar pautas de Brasília, e analistas financeiros de mesmo nome, como Tiago Reis, que foca no impacto previdenciário divide-se em duas frentes principais.

          As investigações sobre fraudes no INSS e o Ministro André Mendonça.

         O ministro do STF, André Mendonça, virou o centro das atenções após tomar decisões consideradas polêmicas na relatoria de casos ligados a fraudes e desvios no INSS:

        Mendonça revogou prisões preventivas e retirou o uso de tornozeleiras eletrônicas de figuras de alto escalão investigadas pela Polícia Federal, como o ex-ministro da Previdência, José Carlos Oliveira, e o ex-procurador do INSS, Virgílio Neto.

         Atuação na CPMI do INSS: Críticos apontam que o ministro tomou medidas para proteger dados sigilosos e confidenciais de operadores financeiros (como o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master) que estavam sob posse do Senado na CPMI do INSS.

        Mensagens vazadas entre Cláudio Castro e André Mendonça.

          O caso ganhou um novo capítulo com a quebra de sigilo de investigações da Polícia Federal, (Operação Sem Refino e desdobramentos do Caso Master), que expôs a proximidade entre o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, e o ministro do STF:

          Interferência pelo ex-governador Sérgio Cabral: Mensagens obtidas pela PF revelaram que Cláudio Castro procurou André Mendonça em seu WhatsApp pessoal com "urgência" para enviar documentos e tentar influenciar a soltura do ex-governador Sérgio Cabral no final de 2022.

         Pouco tempo após a troca de mensagens, Mendonça votou a favor da libertação de Cabral.

         Demora nas operações contra Castro: Relatórios internos da PF vazados para a imprensa criticaram o fato de que pedidos de busca e apreensão contra Cláudio Castro (referentes a desvios bilionários do fundo de pensão estadual RioPrevidência aplicados no Banco Master) demoravam meses para serem autorizados no gabinete de Mendonça.

        O ministro chegou a negar novos pedidos de busca contra o ex-governador feitos pela polícia

          O posicionamento dos envolvidosMinistro André Mendonça: Seu gabinete informou oficialmente que o ministro não possui relação de amizade próxima com Cláudio Castro.

          Declarou que as decisões foram tomadas de forma estritamente institucional e técnica, baseadas no excesso de prazo das prisões preventivas.

          O ex-governador (que renunciou em 2026 e foi condenado pelo TSE por abuso de poder político) confirmou os diálogos.

          No entanto, alegou que tratava da soltura de Cabral apenas devido à "relevância do tema para o estado do Rio" e que termos como "amigo" e "irmão" são jargões comuns do meio político.

         Se você estiver buscando as falas do analista de investimentos Tiago Reis (fundador da Suno), suas manifestações públicas sobre o INSS focam puramente em educação financeira.

         Ele recorrentemente publica dados alertando que a previdência estatal é insuficiente e matematicamente deficitária, incentivando jovens e trabalhadores a criarem carteiras de investimentos próprias focadas em dividendos para não dependerem do governo no futuro.

 

Fonte:  brasilforadacaverna

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