Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

22 de julho de 2026

Trump atende ao pedido da família Bolsonaro e retorna com o tarifação contra o Brasil, que começa hoje, 22/ 07/ 2026 e ameaça até US$ 11 bi em exportações.

  ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3316.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BABRASIL.

QUARTA - FEIRA, 22/ 07/ 2026.    

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 novo tarifaço imposto pelo governo Donald Trump contra o Brasil começou a valer no dia 22 de julho de 2026, aplicando uma sobretaxa de 25% sobre cerca de 3.000 produtos brasileiros. A medida afeta aproximadamente

O novo tarifaço imposto pelo governo Donald Trump contra o Brasil começou a valer hoje, no 22 de julho de 2026, aplicando uma sobretaxa de 25% sobre cerca de 3.000 produtos brasileiros. A medida afeta aproximadamente bilhões em exportações e eleva a tarifa média americana sobre o Brasil de 1,19% para 14,42% de  bilhões em exportações e eleva a tarifa média americana sobre o Brasil de 1,19% para 14,42%

 

 

          Justificativas americanas: O Escritório do Representante Comercial dos EUA, (USTR), justificou a taxação com base na, "Seção 301", alegando proteções indevidas, ou desvantagens para o mercado americano.

          As acusações englobam desde desmatamento ilegal e protecionismo no comércio digital, (como críticas ao Pix), até questões de propriedade intelectual e direitos trabalhistas.

 

          Os maiores impactos atingem os setores de máquinas agrícolas, equipamentos elétricos, madeira, móveis, calçados, açúcar orgânico e vestuário.

          Produtos essenciais para a inflação americana, como café, laranja, carne bovina e frango, ficaram de fora das tarifas.

          Além da taxa de 25%, o governo americano avalia impor uma sobretaxa universal de 12,5% sobre cerca de 60 países — incluindo o Brasil —, sob a acusação de uso de trabalho forçado.

          O governo brasileiro lamentou a decisão e acionou a Lei de Reciprocidade, preparando medidas de retaliação e sanções contra produtos dos Estados Unidos.

          Diplomatas do Itamaraty, também, contestaram a base retórica dos argumentos americanos, que consideraram insuficientes e políticos.

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