Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

27 de junho de 2026

Ou a PM que é uma instituição importantíssima se reestrutura, ou perde a farda para se mesmo...

 ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3281.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

sábado, 27/ 06/ 2026.

A

 PM e demais instituições policiais precisam passar por restruturação e reformulação para, realmente, garantir e promover a ordem e a paz à sociedade; e aos seus agentes a garantia de condições de atuação.

                      Reprodução de vídeo das rdes sociais.

        Os  policiais  deveriam serem submetidos a acompanhamento psicológicos e psiquiátricos, rotineiramente, por meio de sorteios mensal, por batalhões e os que apresentarem qualquer sinal de distúrbios psicológicos, o que não é difícil, devido aos constantes estresse causados pelas ações da atividade, afinal trabalhão armados.

         O que está errado e o que deve ser feito, para que haja mudanças na qualidade de escolhe e preparação de policias e nas condições de trabalho.

          No vídeo a abaixo está o retrato fiel do despreparo e da falta de consideração pela vida dos agentes envolvidos, por diversas vezes eles tiveram a oportunidade de agir, para conter a vítima, mas preferiram matar. Podemos observar que a vítima mesmo em surto não matou, ou feriu o agente, com mais gravide quanto teve oportunidade.

          O que tem se visto é que a situação atual, ao invés de garantir segurança e paz à população, tem tacado terror e um banho de sangue aos que esperam serem protegidos pelo sistema de segurança decadente e perverso sem dar um mínimo de valor à vida de seus policias e nem da população.

          Fato é que o atual momento é critico e não está correspondendo com as necessidades e nem mesmo com o mínimo da expectativa da sociedade em relação a segurança, desta forma precisa que as autoridades competentes criem novo mecanismo de formação e invista em serviços de inteligência mais que tem investido na ação da força bruta, como arsenais de aramas poderosas.

          Tem sido constante e em grande escala a entrega de milhares de viaturas e contratação de mais agentes não adiantará, ao contrario tornara as ações cada vês mais violentas e só aumentará o banho de sangue sobre familiares e inocentes e vitimará, também, seus  agentes que afinal são humanos e, assim, como o povo padecem de suas próprias ações.

          Enquanto acreditarem que basta bons armamentos, viaturas e muita munição, e leis duras, para garantira a ordem pública e a paz, não haverá sucesso e nem paz, ao contrário aumentará os supostos confrontos e supostos acidentes fatais por disparos, supostamente equivocados, ou acidentais.

 Leia na integra, a postagem abaixo feito nas redes sociais do instagram


A viralização de uma série de vídeos gravados pelo policial militar Ualace dos Santos Lima gerou forte repercussão e trouxe novamente ao centro do debate público a discussão sobre a saúde mental e a pressão psicológica enfrentada pelos profissionais de segurança na Bahia.

Nas imagens que circularam amplamente nas plataformas digitais, o militar manifesta de forma contundente o seu descontentamento com a profissão, afirmando expressamente que não gostaria de integrar as fileiras da Polícia Militar e que não possuía nenhum interesse em permanecer na corporação. Em outros trechos que também ganharam notoriedade e assustaram a população, o soldado chega a declarar que seu desejo era efetuar disparos de fuzil, o que elevou o tom de alerta em torno do caso.

O teor das declarações dividiu opiniões. De um lado, diversos policiais que atuam na internet saíram em defesa do colega, argumentando que as falas evidenciam que ele não apresenta plenas condições de saúde mental no momento, necessitando de acolhimento e tratamento especializado, e não de punição.

Por outro lado, a conduta foi alvo de posicionamentos rígidos. O ex-comandante de Operações Policiais da PM, Coronel Humberto Sturaro, teceu duras críticas à postura do militar, pontuando que o comportamento é incompatível com a disciplina exigida pela instituição, e revelou que o próprio soldado já formalizou um pedido de demissão para se desligar da corporação.

Para além das divergências, o episódio joga luz sobre um problema estrutural silencioso. A rotina de alta periculosidade, a cobrança social e o estresse acumulado colocam os policiais em uma zona de vulnerabilidade psicológica severa. Especialistas apontam que manifestações públicas de saturação frequentemente funcionam como sintomas de esgotamento mental crônico, reforçando a urgência de que os programas de assistência psiquiátrica dentro das forças de segurança sejam ampliados, garantindo suporte antes que o limite emocional seja ultrapassado.

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Fonte: Rede metropolitanatv.

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