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28 de junho de 2026

Terremoto na Venezuela deixa milhares de mortos, feridos e desaparecidos. Corpos entram em decomposição por falta de câmaras frigoríficas após terremoto na Venezuela.

 ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3282.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.

Domingo, 28/ 06/ 2026.

A

 crise humanitária provocada pelo forte terremoto que atingiu a Venezuela continua se agravando.

          De acordo com informações divulgadas por autoridades e veículos de imprensa, a falta de câmaras frigoríficas para a conservação das vítimas tem provocado a decomposição de diversos corpos, dificultando significativamente os trabalhos de identificação e causando ainda mais sofrimento às famílias que aguardam notícias de seus entes queridos.

          O terremoto atingiu a costa norte da Venezuela devastando a região com magnitudes de 7,2 e 7,5 na noite de quarta-feira, 24 de junho de 2026, o terremoto causou abalos em um intervalo de menos de um minuto (39 segundos de diferença), gerando o pior cenário de destruição sísmica no país em mais de 100 anos.

         Impacto Humano e DanosMortes confirmadas: O balanço oficial mais recente aponta 1.430 mortos, número que continua a subir conforme os blocos de escombros são removidos.

         Mais de 3.360 pessoas sofreram ferimentos e desaparecidos a Organização das Nações Unidas, (ONU), estima que existam mais de 50 mil pessoas desaparecidas.

         O terremoto causou uma destruição urbana, onde  prédios residenciais inteiros de 10 a 15 andares desabaram imediatamente.

         Cidades costeiras como La Guaira ficaram fortemente destruídas e o Aeroporto Internacional de Caracas precisou ser fechado.

        Estes terremotos são causados devido a placas tectônicas do norte da Venezuela está que está localizado exatamente sobre o complexo limite atrito entre a Placa do Caribe e a Placa Sul-Americana.

        Cientistas já monitoravam essa fronteira que estava, "travada",  acumulando tensão, a qual acabou sendo liberada abruptamente.

          O epicentro mais forte ocorreu na cidade de El Guayabo, (a 168 km da capital Caracas), a apenas 10 quilômetros de profundidade.

          Sismos superficiais fazem com que a onda de choque chegue ao solo com força máxima, pois  as ondas sísmicas viajaram milhares de quilômetros e fizeram prédios balançarem em capitais do Norte do Brasil, como Manaus, Belém e Macapá.

           Residentes dessas cidades relataram fortes tonturas e precisaram evacuar estruturas altas, embora sem danos estruturais graves no território brasileiro.

Resposta de emergência:

          Países vizinhos, incluindo o Brasil e os Estados Unidos, enviaram aeronaves com ajuda humanitária, suprimentos e equipes especializadas de busca e salvamento para colaborar com o governo venezuelano na localização de sobreviventes presos nos escombros.

          Se quiser acompanhar a evolução desse cenário, posso verificar os detalhes sobre as linhas de financiamento internacional liberadas ou a situação específica dos resgates nas cidades mais isoladas.

          Equipes de resgate seguem atuando de forma intensa nas áreas afetadas, enquanto hospitais, institutos médicos e serviços de emergência enfrentam limitações estruturais diante da elevada quantidade de vítimas.

          Organizações humanitárias alertam para a necessidade urgente de reforço logístico e assistência internacional para minimizar os impactos da tragédia.

          O cenário evidencia a gravidade da situação enfrentada pela população venezuelana, que, além da destruição causada pelo terremoto, agora lida com desafios relacionados à saúde pública, à identificação das vítimas e ao atendimento às famílias.

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Fonte: JNNotícias


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