Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

26 de julho de 2026

Cabo da PM pode ter sido envenenado proposital mente pela ex-mulher, ao contrário do que ela disse que teria desconfiado da bebida e teria trocado de copo.

 ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS.

EDIÇÃO DE Nº 3327.

CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA,  BRASIL.

DOmingo, 24/ 07/ 2026.    

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A

 investigação sobre a m0rte do cabo da Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) José Maria Alexandre da Silva Junior, de 40 anos, ganhou um novo rumo nessa quarta-feira (22/7).

            Helen Kelly de Lima Pedrosa, de 45 anos, ex-companheira do policial e beneficiária de uma medida protetiva concedida pela Justiça após denunciar episódios de violência doméstica, foi presa preventivamente no âmbito das apurações sobre a m0rte do militar.

          Durante o cumprimento do mandado de prisão, no entanto, Helen se jogou da janela do apartamento onde mora, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.

          Segundo a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), ao receber voz de prisão, ela pediu autorização para subir ao quarto para trocar de peça íntima.

Em seguida, pulou da janela do imóvel, localizado no quarto andar do edifício, e caiu sobre um carro que estava estacionado no local.

          Ela foi socorrida por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada ao Hospital da        Restauração, onde permanece internada sob escolta policial. O estado de saúde dela não foi divulgado oficialmente, mas, segundo apurou a coluna, é grave.

          À coluna, o advogado Rafael Nunes, que representa Helen, afirmou que ainda não teve acesso integral aos fundamentos da decisão judicial.

          “Ela colocou o apartamento à venda um dia após o fato e a polícia entendeu isso como possibilidade de fuga. A base jurídica é essa. Porém, não tem nada que a coloque no cenário como acusada”, afirmou.

          A morte de José Maria foi registrada em 11 de junho, depois que o cabo passou mal dentro do apartamento da ex-companheira, no bairro de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.

          Documentos obtidos pela coluna e veiculados à época mostravam que Helen havia conseguido uma medida protetiva contra o policial na Justiça após relatar episódios de agressão física, perseguição e comportamento possessivo.

🤳 Reprodução/Instagram

Fonte: metropoles

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