ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS
EDIÇÃO DE Nº 3411.
CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.
sexta - feira, 25/ 09/ 2026.
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ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou
nesta quinta-feira, (24/ 09/ 2026), que a Entre Investimentos, empresa que
teria intermediado repasses para o filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro,
recebeu recursos do crime organizado.
A declaração ocorreu após a terceira
fase da Operação Carbono Oculto, que contou com a participação da Receita
Federal.
Segundo Durigan, a empresa teria
recebido recursos do Banco Master e de grupos ligados ao crime organizado.
“Nós estamos falando de uma
administradora, de um grupo empresarial, que é o Grupo Entre, que recebia
dinheiro tanto do Master quanto do crime organizado e dentro de um mesmo
bolso”, afirmou.
O ministro disse ainda que os recursos teriam sido usados para ocultação de patrimônio, lavagem de dinheiro e corrupção.
A terceira fase da Operação Carbono
Oculto apontou, segundo as investigações, conexões entre a chamada máfia dos
combustíveis e o esquema envolvendo o Banco Master e precatórios.
Entre os alvos das buscas estão
Humberto Arthur Tupinambá Neto, ex-executivo do Banco Genial, seus irmãos André
e Bruno Tupinambá, e o empresário Antonio Carlos Freixo Junior, conhecido como
“Mineiro”, dono da Entre Investimentos.
A Entre Investimentos integra o grupo
Entrepay, que foi liquidado pelo Banco Central em março deste ano.
Na ocasião, o BC apontou
“comprometimento da situação econômico-financeira” da instituição, além de
irregularidades no cumprimento das normas do setor e prejuízos que poderiam
expor credores a risco anormal.
Mineiro também firmou acordo de delação premiada
com a Procuradoria-Geral da República (PGR) no âmbito das investigações sobre o
Caso Master.

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