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Jornal Edição da Manhã

25 de setembro de 2026

Simone Tebet, (PSB), candidata ao Senado, em São Paulo disse que a vitória de Flávio Bolsonaro seria colocar a milícia governado o Brasil. Assista ao vídeo clicando aqui...

ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS

EDIÇÃO DE Nº 3409.

          CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA,  BRASIL.

sexta - feira, 25/ 09/ 2026.  

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A

 candidata ao Senado, por São Paulo, Simone Tebet, (PSB), afirmou, na quarta-feira, 23/ 09/ 2026, que uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro, (PL), em outubro de 2026, representaria o risco de “colocar a milícia do Rio de Janeiro na Presidência da República”.

           A declaração foi dada durante um debate promovido pelo Estadão em parceria com a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP).

          Tebet afirmou que o crime organizado já teria avançado sobre diferentes setores da sociedade e da política. Segundo ela, a preocupação não se restringe ao estado de São Paulo e envolve também a disputa presidencial.

          Em 2008, quando a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) instalou a CPI das Milícias, Flávio Bolsonaro, então deputado estadual, votou contra a abertura do colegiado.

           Na época, essas organizações já dominavam comunidades, cobravam taxas ilegais, exploravam serviços e ameaçavam moradores em diferentes áreas da capital fluminense.

           A relação de Flávio com o ex-PM Adriano da Nóbrega também é relevante nesse contexto.

          Apontado como integrante do chamado Escritório do Crime, Adriano recebeu de Flávio a Medalha Tiradentes, principal honraria da Alerj. A homenagem foi concedida enquanto ele estava preso sob acusação de homicídio.

         A mãe e a então esposa de Adriano também trabalharam no gabinete de Flávio na Assembleia e deixaram os cargos em novembro de 2018, após virem a público suspeitas envolvendo Fabrício Queiroz, ex-assessor do então deputado estadual.

         Em 2021, o STF anulou quatro dos cinco relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que embasavam a investigação sobre as chamadas “rachadinhas”.

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