ANGICO DOS DIAS NOTÍCIAS
EDIÇÃO DE Nº 3418.
CAMPO ALEGRE DE LOURDES/ BA, BRASIL.
Sábado, 26/ 09/ 2026.
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ntes de entrar para o crime, ela havia sido cantora gospel e frequentava a igreja. Rayane Cardozo da Silveira teria se tornado próxima de Alessandro Luiz Vieira Moura, o “Vinte Anos”, apontado como uma das lideranças do tráfico na região.
Ela morreu durante uma operação, ou
massacre?, policial que, também, terminou com outras três mortes.
A versão apresentada inicialmente
pela Polícia Militar era de que os agentes haviam entrado na comunidade após
uma denúncia de que uma família estaria sendo mantida refém.
Posteriormente, o Ministério Público do Rio de Janeiro acusou policiais de terem forjado essa justificativa para realizar a operação e chegar até determinados criminosos.
Segundo a acusação, o veículo onde as
vítimas estavam foi atingido por dezenas de disparos e os corpos teriam sido
retirados do local e colocados em um veículo blindado, o que, para o Ministério
Público, teria prejudicado a preservação da cena e a perícia.
Policiais que participaram da ação
foram denunciados e se tornaram réus. A acusação envolveu inicialmente 11
agentes, mas dois foram retirados do processo após o próprio Ministério Público
reconhecer que eles não estavam no local.
O caso passou a ser marcado pelo
confronto entre duas versões: a de uma operação contra integrantes do tráfico e
a acusação de que a ação teria sido baseada em uma justificativa forjada pelos
próprios policiais. Os agentes denunciados se tornaram réus, sem condenação
definitiva pelo caso.
A história de Rayane ficou marcada pela
passagem da igreja para o mundo do crime e por uma morte cercada de
controvérsias sobre a atuação policial. #post #photographer #fyp.

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