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Jornal Edição da Manhã

28 de setembro de 2026

KN é Nunes Marques, que segundo a PF participou de grupo que receber R$ 427 milhões com o escritório da advogada Camilla Ramos, para liberar 8 bilhões em precatórios, ligado a Vorcaro.

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domingo, 27/ 09/ 2026.  

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A

 "Turma do KN" é uma expressão que surgiu em investigações da Polícia Federal (PF) para identificar um grupo suspeito de intermediar interesses e vender influência no Judiciário.

          A sigla "KN" faz referência ao ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF) e atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Os principais pontos do caso envolvem:

         A PF apreendeu mensagens no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, que revelam um contrato de advocacia no valor de R$ 427 milhões com o escritório da advogada Camilla Ramos.

          O pagamento milionário estava atrelado ao sucesso na liberação de mais de R$ 8 bilhões em precatórios nos tribunais superiores.

          De acordo com os investigadores, a "turma" central era composta por Camilla Ramos e pelo seu marido, o desembargador federal Newton Ramos, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

         Mensagens indicam que o magistrado atuava como interlocutor para influenciar decisões e aproximar o banqueiro do ministro do STF.

          Além das negociações financeiras, as conversas expuseram pedidos de vantagens ao ex-banqueiro, como diárias no luxuoso hotel Fasano, em São Paulo — supostamente atribuídas a uma solicitação de Nunes Marques —, além de reservas em mansões e camarotes para o Carnaval do Rio de Janeiro.

        A Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu uma sindicância e deflagrou uma operação direcionada ao desembargador Newton Ramos para apurar a sua conduta e a extensão do esquema.

       O casal Camilla e Newton Ramos nega qualquer irregularidade nas suas atividades.

        O ministro Kassio Nunes Marques declarou que nunca trocou mensagens com o banqueiro Daniel Vorcaro e que jamais solicitou qualquer tipo de favor ou vantagem financeira.

PM: Marginais de farda tira mais uma vida e deixa uma família destruída, são policias bandidos, matadores que agem como justiceiros...

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A

inda respeitamos, admiramos e precisamos das instituições das polícias e dos os bons policiais, porém, não defendemos marginais fardados, matando, roubando, furtando e extorquindo e torturando, aproveitando de supostos confrontos.

          Diante do cenário de ódio espalhado pela extrema direita, que faz campanha defendendo policiais milicianos.

         Que os bons policiais continuem sendo a base da segurança pública e as instituições das policias passem a valorizar mais estes bons agentes e punir com rigor os marginais de farda.

        O caminhoneiro Elvis Santos da Silva, de 35 anos, morreu após ser baleado por um policial militar no bar onde ajudava a esposa, no bairro do Ibura, Zona Sul do Recife.   Testemunhas afirmam que ele teria discutido com o efetivo minutos antes de ser morto.

          Segundo testemunhas, os policiais estavam em uma ocorrência relacionada ao tráfico de drogas e efetuaram disparos para o alto enquanto passavam pelo local. Elvis teria pedido que os agentes não atirassem porque havia crianças brincando na rua. Após uma discussão com os PMs, os policiais teriam deixado o local e retornado pouco depois.

          Ainda de acordo com os relatos, houve uma nova discussão, incluindo troca de xingamentos, e os policiais teriam atirado contra Elvis.

         Um dos disparos atingiu o tórax do caminhoneiro, que entrou no imóvel onde morava com a esposa e os três filhos, de 5, 8 e 16 anos, que testemunharam a ação. Lá, recebeu mais dois disparos.

          Na versão apresentada pelos policiais militares, Elvis teria arremessado garrafas de vidro contra o efetivo durante a confusão, e, ao entrar na residência, estaria com outra garrafa nas mãos.

         Elvis foi socorrido pelos próprios policiais em uma viatura e levado para a UPA da Imbiribeira, mas chegou à unidade sem vida.

27 de setembro de 2026

O major da Polícia Militar do Amapá, Anderson Leite Rodrigues Fernandes, de 38 anos, morreu após ser baleado em Macapá durante a madrugada deste domingo.

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domingo, 27/ 09/ 2026.  

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O

 Major Anderson Fernandes, subcomandante do 1º Batalhão da Polícia Militar do Amapá, morreu após ser baleado durante uma confusão envolvendo policiais penais em um bar localizado na Avenida Padre Júlio, no bairro Santa Rita, em Macapá, neste domingo (27/ 09/ 2026).

          O caso ocorreu em frente a um estabelecimento comercial na Avenida Padre Júlio Maria Lombaerd, no bairro Santa Rita.


          De acordo com os relatórios policiais e notícias publicadas pelo G1 Amapá e pelo portal Conecta Mappa, o oficial — que estava de folga — envolveu-se numa discussão e subsequente troca de tiros com policiais penais 

          O boletim de ocorrência cita cinco policiais penais envolvidos no confronto. Todos foram localizados e encaminhados ao Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) do bairro Pacoval para prestarem depoimentos.

          A dinâmica exata dos disparos e a motivação inicial da briga ainda estão sendo apuradas pela Polícia Civil do Amapá. A área passou por perícia técnica logo após o isolamento do local.

          O major Anderson Fernandes ingressou na corporação em 2011, acumulando 15 anos de serviço público militar. Ele atuava como subcomandante no 1º Batalhão da Polícia Militar (1º BPM).

          O militar não resistiu aos ferimentos e veio a óbito ainda no local. Um policial penal também foi atingido e encaminhado para atendimento médico. Ainda não há informações sobre o que teria provocado a discussão nem sobre a dinâmica dos disparos.

        Em nota, a Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (SEJUSP) informou que a Polícia Civil apura os fatos envolvendo os agentes de segurança, que estavam de folga no momento da ocorrência.