Edição da Manhã.

Jornal Edição da Manhã

13 de março de 2017

A empresa mineradora Galvani S/A Yara continua colocando em risco a vida dos moradores dos bairros Lagoinha e do Alto dos Bertos, na comunidade do Angico dos Dias, devido a um trecho da estrada que ele molha para evitar o pó nas casas dos moradores, mas deixa a estrada deslizada, ( de fácil escorregamento).




Jornal, online, Angico dos Dias Notícias, “Blog”.           

Edição de Nº 1426, (publicações no blog).

Campo Alegre de Lourdes/BA, Brasil.  Segunda  - Feira - 13. 032017.

WhatSapp 74 99907 9863

E-MAIL de correspondência:  angicodosdias2014@gmail.com





     Comunicado de utilidade pública à comunidade do Angico dos Dias e à mineradora Galvani S/A, Yara.
 

     A Associação Sertão Vivo solicita que a mineradora Galvani S/A Yara faça os 500 metros de calçamento, por onde passam as carretas que transportam o minério da empresa, nos bairros Lagoinha e no Alto dos Bertos, para evitar que estas carretas continuem colocando em risco a vida daquela população, devido ao grande fluxo de carretas no meio das casas, destes bairros da Comunidade Angico dos Dias.   



     O trajeto citado é de, aproximadamente, 500 a 600 metros de calçamento, no meio das casas residenciais, dos Bairros citados: “ LAGOINHA E ALTO DOS BERTOS, NA COMUNIDADE DO ANGICO DOS DIAS”.


                                    

    O transporte do minério, da empresa mineradora passa no meio destes bairros e devido ao tamanho e peso dos veículos, como também, pelo fato dos funcionários sempre molharem a estrada com agua, neste trecho, para evitar o pó que vem matando a população e causando sérios danos ao meio ambiente em geral, à fauna e a flora, como também, aos recursos hídricos, os chefes da empresa na comunidade orientaram, que constantemente, (diariamente), os funcionários joguem água neste trecho da estrada, para evitar que levante pó no meio destes bairros.

                                 

      Ao fazerem molharem a estrada terminam gerando uma grande quantidade de lama que é formada por um barro avermelhado e liso, desta forma dificulta aos motoristas controlarem as carretas, tendo em vista que o trecho é um terreno desnivelado, cheio de altos e baixas, ( ladeiras e buracos), sem contar que este tipo de barro é de fácil escorregamento e desta forma dificulta o controle destes veículos pesados, como também coloca em risco o grande trafego diário dos mas motos que passam por ali, já que há uma grande quantidade de motos circulando por lá, não somente da comunidade, mas de toda a região, já que é local de entrada e saída da comunidade.


     Este trecho, por onde estão circulando as carretas é por onde passam todos os veículos motorizados, sejam os que vêm à comunidade, como também, os que se deslocam para as cidades vizinhas, em especial Caracol, no Piauí, ou Campo Alegre de Lourdes, na Bahia.


     Por três vezes motoristas das carretas já perderam o controle e invadiram residências dos moradores daqueles povoados, ouve muito reclamação dos moradores, mas a empresa não tomou providencia alguma e continua praticando os mesmo atos.
     Desta última vez que ocorreu o acidente, há uns 25 dias atrás alguns funcionários ainda fizeram vou agredir verbalmente um morador do bairro da Lagoinha, o senhor Raimundo Francisco da Silva, um homem simples e honesto, que nasceu e se criou naquele bairro e agora segundo ele se sente ameaçado, tanto pelo risco das carretas invadirem a casa dele, ou de familiares e vizinhos, como, também, por alguns funcionarmos da empresa que o emaçaram e agrediram com palavrões no dia deste último acidente, pois o morador até citou o nome de um dos funcionários que o agrediu verbalmente. 


    O calçamento deve ser feito da mesma forma que a empresa fez no trajeto que vai do posto de combustível, que fica perto da cancela que dá da empresa até o local do carregamento, pois estivemos lá conferindo e vimos que é um calçamento reforçado para resistir ao peso dos veículos, por serem veículos pesados, caso ao contrário não adiantará nada.

    Caso a empresa continue sem se manifestar a respeito do assunto, a partir do dia 15 de março de 2017 a Associação Sertão Vivo entrará com uma representação junto ao ministério público estadual e Federal solicitando o embargo deste trecho da estra até que seja tomado as devidas providencias em proteção à vida da população da comunidade e de outros que por lá circulam.


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